Instituto José Maciel

Depoimentos

Estatísticas do Site

Membros : 689
Conteúdo : 636
Links da Web : 6
Visualizações de Conteúdo : 891810

Pessoas Online

Nós temos 12 visitantes online

Djalma Maranhão



Cafe Filho com prefeitos

E-mail Imprimir PDF


Última atualização ( Seg, 28 de Maio de 2012 23:50 )
 

Prefeito Djalma Maranhao

E-mail Imprimir PDF

Última atualização ( Seg, 28 de Maio de 2012 23:59 )
 

Grande Ponto Djalma Maranhao

E-mail Imprimir PDF

Nenhuma homenagem às quais a cidade deve à memória de Djalma Maranhão (que deveria ser lembrado todos os das pela mídia, como esportista, jornalista, protetor do folclore e idealizador dos grandes projetos da cidade), nenhuma fala mais ao meu coração que a que se presta no centro da cidade com o nome de Djalma Maranhão.

As cidades antigas tinham seu lugar sagrado, no centro, na Ágora em Esparta, na Acrópole em Antenas, no Capitólio em Roma. Ali, os cidadãos se reuniam e faziam discussões sobre os assuntos mais importantes, divertidos e esportivos da cidade. Na Acrópole ateniense, realizavam-se as grande festas de Dionísio, deus grego da alegria e do vinho.

No grande Ponto de Djalma Maranhão realizavam-se as grandes comemorações como a vitória da Seleção Brasileira em 1958. Os grandes carnavais, com a orquestra do maestro Jônatas, o Bambelô de Guedes, o Araruna de mestre Cornélio, os índios de Bum-Bum, as Lampinhas, os Fandangos, a Nau-Catarineta de Caldas Moreira.  A figura patriarcal, cheia de bonomia, amizade e prestatividade de Câmara Cascudo. A confeitaria Cisne. Neste Capitólio, onde pontificava Djalma Maranhão, acompanhado de manhã, de tarde e por algumas horas da noite, por mim, seu filho, Marcos Maranhão, víamos desfilar a alma da cidade. João Machado, Celso da Silveira, Deífilo, Augusto de Souza, Djalma Cavalcanti, Ticiano Duarte e seu pai Temístocles, Newto Navarro, Enélio Petrovich, Meira Pires, o velho brabo Jonas, Jayme Wanderlei, Boanerges Soares, Berilo, Gumercindo Saraiva, Adalberto, Chagas, Expedito Silva, Paulinho Oliveira, os freqüentadores da Casa Vesúvio, de Maiorana, Bosco Lopes, Benivaldo Azevedo, Luizinho Doblechen, Paulo Maux, José Areia, Severino Galvão, Luís de Barros, Maria Mula Manca, Moraes Neto, Nilberto Cavalcanti e seu irmão Ney, Evaristo de Souza e seu violão. José Alexandre Garcia.

Última atualização ( Ter, 29 de Maio de 2012 00:02 ) Leia mais...
 

Djalma Maranhão

E-mail Imprimir PDF

Djalma Maranhão
(Natal, 27.11.1915
Montevidéu, Uruguai, 30.07.1971)

Político, jornalista, desportista, escritor;
nome de Rua em Nova Descoberta;
e nome o Palácio dos Esportes.

O mais popular dos prefeitos da cidade do Natal, deste século Djalma Maranhão herdou a vocação para a vida pública legada por antepassados ilustres da sua família, como Pedro Velho e Alberto Maranhão. Foi deputado federal, deputado estadual (1954) e prefeito da capital potiguar em dois períodos: o primeiro, de 1955 a 1959, por nomeação do governador Dinarte Mariz, em função da vitória eleitoral da aliança UDN - Cafeísmo, nas eleições de 1955; o segundo, de novembro de 1960 a 02 de abril de 1964, quando foi eleito por voto direto em aliança com Aluízio Alves, apoiando a chapa nacionalista Lott-Jango. 

Desportista, jornalista, político carismático, notabilizou-se na vida pública como criador do programa de alfabetização “De pé no chão também se aprende a ler” inspirado na pedagogia do pernambucano Paulo Freire e que teve como executores o secretário de Educação, Professor Moacyr de Góes; Omar Pimenta, diretor de ensino municipal; Mailde Pinto Freire de Almeida, diretora da Diretoria de Educação e Cultura; Margarida de Jesus Cortez, diretora do Centro de Formação de Professores; Geniberto Paiva Campos, diretor do Ginásio Municipal; Josemá de Azevedo, executor da interiorização da campanha “De pé no chão também se aprende a ler”. Em sua administração a cidade ganhou, entre outras obras, o Palácio do Esportes, que leva o seu nome, a Estação Rodoviária da Ribeira, o Mercado da Rocas e o Centro de Formação de Professores, no Baldo. Fundou os jornais “O Monitor Comercial”, “A Folha da Tarde” e o “Diário de Natal”, e dirigiu o “Jornal de Natal”, de Café Filho.

Última atualização ( Dom, 20 de Maio de 2012 21:16 ) Leia mais...
 

Djalma Aranha Marinho

E-mail Imprimir PDF

Djalma Aranha Marinho
(S. José de Campestre / Nova Cruz, RN,
30.06.1908 – Natal, 26.12.1981)

Advogado, deputado
estadual e federal, jurista.
Escola estadual em Natal,
Nova Cruz e Passa e Fica.
Nome da sala de Constituição
e Justiça da Câmara Federal.

Natal não é de ninguém, Natal é da liberdade, com esta frase, Djalma Marinho como candidato a governador, em 1960, abriu sua campanha em Natal.
Nascido, no hoje município de São José de Campestre, época distrito de Nova Cruz, viveu sua infância e parte d adolescência nesta cidade, onde fez os primeiros estudos, seguindo depois para Ceará Mirim para estudar interno no colégio local. Fez seus preparatórios no Atheneu, em Natal e formou-se pela Faculdade de Direito do Recife, em 1932. Ainda como estudante foi promotor público nas comarcas de Ceará Mirim e Macaíba, RN.
Em 1934, pela oposição elegeu-se deputado estadual. Participou da elaboração da Constituição do Estado, de 1936. Destacou-se em 1935, como advogado dos presos políticos após a Revolução Comunista. Assinou na ocasião, mais de 500 pedidos de defesa e de habeas corpus.
Nomeado procurador do Tesouro Nacional, no RN, renunciou ao mandato de deputado, em 1936. Manteve em Natal, um movimentado escritório de advocacia, principalmente no período da Segunda Guerra Mundial. Por conta da sua liderança profissional, foi eleito presidente da OAB/RN e seu representante junto ao Conselho Federal. Foi também, um dos fundadores da Faculdade de Direito de Natal.

Última atualização ( Dom, 20 de Maio de 2012 21:12 ) Leia mais...
 
JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL
 Natal/RN - Brasil,