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O MAGNÍFICO

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Se alguém tinha mérito para ser chamado de Magnífico, este era Onofre Lopes da Silva, fundador e primeiro reitor da nossa UFRN. Devo dizer que eu mesmo nunca me senti confortável com o título pomposo estabelecido por decreto federal. Um dia, cheguei a sugerir que o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, então colegiado máximo universitário, pedisse a redução do tratamento. Bastava a designação reitor, aquele que rege, que já exalta muito. Ninguém aceitou a sugestão.

Passei a me divertir com o tratamento. Ao governador Geraldo Melo, que me perguntou se já poderia me chamar de Magnífico, respondi ao amigo que bastava me chamar de formidável. Ganhei dele o apelido de formidável.

Qual o legado do Dr. Onofre? O desafio foi-me dado quando fui chamado pelo presidente da Academia de Medicina (Matias Maciel) na Associação Médica para revelar em uma palestra.

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Dinarte de Medeiros Mariz

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Dinarte de Medeiros Mariz (Serra Negra do Norte, 23 de agosto de 1903 — Brasília, 9 de julho de 1984), foi um comerciante e político brasileiro que governou o Rio Grande do Norte entre 1956 e 1961 e influenciou a política local por mais de meio século.
 
Breve Biografia

Filho de Manoel Mariz Filho e Maria Cândida de Medeiros Mariz, Dinarte Mariz foi delegado de polícia em sua cidade natal, trabalhou ainda como agropecuarista e se estabeleceu comerciante de algodão em Caicó onde tomou partido em favor da Aliança Liberal que tinha Getúlio Vargas e João Pessoa como candidatos a presidente e a vice-presidente nas eleições de 1930.

Derrotados pela tradicional aliança entre paulistas e mineiros na tradicional política do café-com-leite e com a conseqüente eleição de Júlio Prestes para a Presidência da República, os liberais refluíram e foram alijados do processo político até que, com o assassinato de João Pessoa em 26 de julho daquele ano catalisou todos os opositores do governo federal na chamada Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas ao poder.

Como reflexo desse evento Dinarte Mariz foi escolhido prefeito de Caicó em 1930, cargo do qual se afastou após dois anos em face de seu apoio ao Movimento Constitucionalista de 1932, o que lhe valeu três prisões no Rio de Janeiro. De volta ao seu estado natal fundou o jornal A Razão e foi um dos fundadores do Partido Popular ao tempo em que prosperavam seus negócios com o algodão. Durante a Intentona Comunista iniciada em Natal à 23 de novembro de 1935, Mariz foi um dos que comandaram a repressão ao levante, recusando-se, contudo, a retornar ao meio político devido a sua oposição ao Estado Novo.

Em 1945 Dinarte Mariz ingressou na União Democrática Nacional (UDN) e nesse mesmo ano foi derrotado na disputa por uma cadeira de senador, fato que se repetiria em 1950. Persistente, teve êxito em 1954 e em 1955 foi eleito governador do Rio Grande do Norte. Durante seu governo foi criada a Universidade do Rio Grande do Norte. Na acomodação das forças políticas que se seguiram, Mariz sofreu uma derrota em 1960 quando o seu candidato a governador foi derrotado por Aluizio Alves, seu outrora aliado. Em 1962 foi eleito para o segundo mandato de senador e apoiou a deposição de João Goulart e a instauração do Regime Militar de 1964 ingressando depois na ARENA sendo reeleito senador em 1970 e reconduzido ao cargo pela via indireta em 1978 por força do Pacote de Abril baixado no ano anterior. Com a reforma partidária decretada em fins de 1979 filiou-se ao PDS embora tenha sido árduo defensor do bipartidarismo e tenha apresentado restrições a Lei da Anistia.

Após sua morte sua cadeira foi ocupada pelo primeiro suplente Moacir Duarte.
 

Períodos Legislativos da Quinta República - 1979-1983


    Dinarte de Medeiros Mariz
    Nascimento: 23/8/1903
    Natural de: Serra Negra   - RN
    Filiação: Manoel Mariz Filho
                 e  Maria Cândida de Medeiros Mariz
    Falecimento: 9/7/1984

Última atualização ( Ter, 26 de Abril de 2011 16:24 ) Leia mais...
 

Reuniao de amigos

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Eloy Castriciano de Souza

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Períodos Legislativos da Segunda República - 1934-1937


    Eloy Castriciano de Souza
    Nascimento: 4/3/1873
    Natural de: Recife   - PE
    Filiação: Eloy Castriciano de Souza
                 e  Henriqueta Leopoldina Rodrigues
    Falecimento: 7/10/1959


   Histórico Acadêmico
     Secundário     Instituto Acadêmico
     Direito     Faculdade de Direito

   Cargos Públicos

     Delegado de Polícia em Macaíba     
     Diretor da Imprensa Oficial do Estado     
     Presidente do Conselho Consultivo do Estado     
     Diretor da Caixa Econômica Federal     

   Profissões
     Jornalista
     Servidor Público

   Mandatos
     Deputado Estadual  -       1895 a 1897
     Deputado Federal  -       1897 a 1899
     Deputado Federal  -       1900 a 1911
     Deputado Federal  -       1912 a 1914
     Senador  -       1914 a 1921
     Deputado Federal  -       1927 a 1930
     Senador  -       1921 a 1927
     Senador  -       1935 a 1937



   Trabalhos Publicados
     - Getúlio Vargas e o Estado Nacional.
     - Calvário das Secas.
     - Costumes Locais.
     - Conferências: Almas e Poesia do litoral do Nordeste (1930).
     - Cartas de um sertanejo, com o pseudônimo de Jacinto Canela de Ferro.
     - Biografia de Tobias Barreto, Jornalista e Historiador. Tip. do Jornal do Comércio, Rio de Janeiro, 1942.
     - A Habitação no Rio Grande do Norte em \'A República\' e na Revista \'Bando\'.
     - Artigos: a Assistência dos Retirantes dentro e fora das Zonas Flageladas pela seca (1909);
     - Um Problema Social; Irrigação na Economia do Nordeste (1916);
     - A Política Financeira e as Caixas Econômicas.
     - Memórias (Inéditas), publicada pela fundação José Augusto em 1975. Natal - RN.
 

Honras a Giselda Trigueiro

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Se fosse viva, Giselda Trigueiro teria 85 anos de idade no próximo 18 de fevereiro de 2019. Nasceu em Vila Velha, Ceará, e faleceu em Natal, aos 52 anos, vítima de câncer de mama. Graduou-se no Recife, nos cursos de filosofia e de medicina, e, em 1957, casou-se com o médico natalense Kerginaldo Trigueiro, seu colega na Faculdade. A família se completou com os nascimentos de Franca, Gustavo e Carla. Os dois primeiros seguiram a profissão dos pais, e a mais nova optou pela área do direito. Muitas pessoas somente conhecem o nome Giselda Trigueiro, porém, não sabem o quanto a vida dessa mulher representou para a medicina do Rio Grande do Norte. Não só para a medicina, mas também para diversas outras atividades, pois ela engrandeceu o cenário humano desta terra, com sua participação efetiva e com sua simpática presença. O único hospital de doenças infecto-contagiosas do Estado tem o seu nome; nada mais justo, porquanto, a essa área de estudos, ela dedicou todo seu empenho de médica exemplar e de sapiente mestra.

Última atualização ( Qui, 07 de Fevereiro de 2019 16:26 ) Leia mais...
 
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