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Centenario de nascimento de Alinio Cunha de Azevedo

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Hoje é o centenário de nascimento do meu pai, Alinio Cunha de Azevedo. Nascido em 21.01.1919  e  falecido em 02.02.2003, era natural de Jardim do Seridó (RN), filho de Antônio Antídio de Azevedo e Alice Cunha de  Azevedo. Seu pai foi tabelião público, poeta e trovador, membro da Academia Norteriograndense de Letras, assim como seu sogro, o professor e advogado Francisco Ivo Cavalcanti. Sua mãe Alice, católica praticamente, membro de tradicional família seridoense, filha do coronel Felinto Elysio de Oliveira  Azevedo,  deputado  provincial na Monarquia por dois mandatos e deputado estadual na República por sete mandatos, havido sido presidente da Assembleia Legislativa do Estado e nessa condição, por duas vezes, exerceu na interinidade o Governo do Estado do RN. Era irmão de Max Cunha de Azevedo, professor universitário aposentado e Ednah Cunha de Azevedo, alta funcionária do INPS, já falecida.

Última atualização ( Qua, 23 de Janeiro de 2019 17:27 ) Leia mais...
 

Francisco Duarte Filho

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Francisco Duarte Ferreira Filho (Mossoró, 25 de dezembro de 1905 – Brasília, 21 de dezembro de 1973) foi um agropecuarista, médico e político brasileiro que foi senador pelo Rio Grande do Norte.

Formação acadêmica

Filho de Francisco Duarte Ferreira e Maria Vicência Duarte, formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro então Distrito Federal com especialização em Urologia e Cirurgia Geral. Após sua graduação trabalhou para a Rede Ferroviária do Nordeste e a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, prestando serviços ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) e ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI).

Em 1933 disputou uma vaga na Assembléia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição brasileira de 1934 mas não obteve êxito. À época estava filiado ao Partido Popular do Rio Grande do Norte, extinto quando Getúlio Vargas instituiu o Estado Novo em 10 de novembro de 1937. Retornou à política em 1945 quando foi eleito suplente de deputado federal pela UDN não chegando a participar da elaboração da Constituição brasileira de 1946. Embora tenha ingressado no PDC só veio a disputar uma nova eleição em 1966 quando foi eleito senador pela ARENA, falecendo no exercício do mandato.

Períodos Legislativos da Quinta República - 1967-1970

    Francisco Duarte Filho
    Nascimento: 25/12/1905
    Natural de: Mossoró   - RN
    Filiação: Francisco Duarte Ferreira
                 e  Maria Vicencia Duarte
    Falecimento: 21/9/1973


   Histórico Acadêmico

     Primário     Colégio Santa Luzia
     secundário     Colégio Santo Antônio
     Medicina     Faculdade de Medicina

   Cargos Públicos
     Médico de Polícia Estadual    
     Secretário de Saúde e Assistência Social    
     Médico do Iaptec, Iapi e Iapc    
     Secretário de Finanças (interino)    

   Profissões
     Agropecuarista
     Médico

   Mandatos
     Prefeito  -       1935 a 1936
     Senador  -       1967 a 1973

 

A lanterna de Diogenes da Cunha Lima

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Poeta, escritor e advogado, Diógenes da Cunha Lima realizou-se nas variantes de sua vocação, tornando-se um intelectual respeitado. No entanto, é a sua simples figura humana que me desperta maior admiração. Homem cordial, não apenas afável, acolhedor, mas, principalmente cordial por artes do seu imenso coração novacruzense.

Câmara Cascudo, seu mestre, com quem conviveu de perto, definiu-o numa dedicatória, em livro de sua autoria: “Ao meu querido Diógenes, cuja lâmpada é o coração”. Assim se expressando, Cascudo faz alusão ao filósofo grego Diógenes, discípulo de Aristóteles, que, certa vez, saiu às ruas de Atenas com uma lâmpada em punho, à procura de um homem de bem.

Nosso Diógenes, como está visto, também busca o próximo, ou seja, o concidadão, em sua inteireza, mas, ao invés do seu xará grego, que usou, ironicamente, uma lanterna, Diógenes serve-se do coração…

Nessa permanente cordialidade (do latim – cor, cordis: coração) ele pode até mesmo ir de encontro à razão, isto é, afrontar o que se convenciona ter como certo e justo. Quando, por exemplo, quer fazer algo a favor de uma pessoa amiga, desconhece barreiras, vai em frente, decidido, e só descansa após atingir o seu objetivo. Neste sentido torna-se voluntarioso.

Conheço-o desde os tempos da velha Faculdade de Direito, na Ribeira, onde, por volta de meados da década de 60, eu estudava, e ele, ainda muito jovem, atuava como professor ou monitor – não me lembro bem – no Departamento de Prática Jurídica.

Tenho acompanhando, atentamente, a sua trajetória na Literatura e na Vida Literária do nosso Estado.

Última atualização ( Qua, 23 de Janeiro de 2019 16:22 ) Leia mais...
 

Jessé Pinto Freire

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Jessé Pinto Freire (Macaíba, 19 de novembro de 1918 – Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1980) foi um advogado, empresário e político brasileiro que representou o Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.

Breve Biografia


Filho de Nelson Geraldo Freire e Maria Augusta Botelho Freire. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas e com passagem pelo Centro de Formação dos Oficiais da Reserva, foi presidente do comitê brasileiro da Câmara de Comércio Internacional e também da seção nacional do Conselho Interamericano de Comércio e Produção. No Rio Grande do Norte presidiu o Banco Auxiliar do Comércio e foi Secretário de Fazenda no governo Sílvio Pedrosa. Eleito vereador em Natal em 1950, deputado estadual em 1954 e deputado federal em 1958, 1962 e 1966, esteve ao lado de Aluizio Alves no PSD e o acompanhou no ingresso à ARENA, até que este último teve os direitos políticos cassados em 1969. Mesmo diante de tal revés a amizade entre as famílias superou o bipartidarismo imposto pelo Regime Militar de 1964: eleito senador em 1970, mesmo ano em que os Alves ingressaram no MDB, Freire recebeu-lhes o apoio em 1978 quando foi reeleito, embora os oposicionistas tivessem Radir de Araújo como candidato e este recebeu o apoio dos arenistas liderados por Dinarte Mariz, rival indormido dos Alves. Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, presidente da Confederação Nacional do Comércio (1964-1980) e também dos conselhos nacionais do Serviço Social do Comércio (SESC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Faleceu vítima de problemas cardíacos. Pai de Jessé Freire Filho (já falecido, eleito deputado federal em 1982 e 1986) e Fernando Freire (governador potiguar entre 2002 e 2003), estes deram continuidade ao seu legado político.
 
Períodos Legislativos da Quinta República - 1971-1974

    Jessé Pinto Freire
    Nascimento: 19/11/1918
    Natural de: Macaíba   - RN
    Filiação: Nelson Geraldo Freire
                 e  Maria Augusta Botelho Freire
    Falecimento: 13/10/1980


   Histórico Acadêmico
     Secundário     Atheneu Norte-rio- Grandense
     Direito     Faculdade de Direito de Alagoas

   Cargos Públicos
     Ministro do Tribunal Superior do Trabalho    
     Secretário de Estado de Finanças    

   Profissões
     Empresário
     Advogado

   Mandatos
     Vereador  -       1950 a 1954
     Deputado Estadual  -       1954 a 1958
     Deputado Federal  -       1959 a 1963
     Deputado Federal  -       1963 a 1967
     Deputado Federal  -       1967 a 1971
     Senador  -       1971 a 1978
     Senador  -       1979 a 1980
Última atualização ( Qua, 27 de Abril de 2011 16:40 ) Leia mais...
 

Sao Paulo VI e Santo Oscar Romero

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Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo de Natal

Queridos irmãos e irmãs!    Neste domingo, 14 de outubro, durante a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que acontece desde o dia 3 até o dia 28, o Papa Francisco celebrará a Canonização dos Beatos Paulo VI e Oscar Romero, duas testemunhas da fé do século XX, e luminares dessa mesma fé para o século XXI. O Beato Paulo VI, Papa, nasceu em Concesio, província de Brescia, na Itália, no dia 26 de setembro de 1897. Em 21 de junho de 1963 foi eleito Sumo Pontífice e governou a Igreja até o dia 6 de agosto de 1978, data de sua morte. O Beato Oscar Romero, Arcebispo de San Salvador, em El Salvador, na América Central, nasceu no dia 15 de agosto de 1917, em Ciudad Barrios. Em 25 de junho de 1970 foi nomeado bispo auxiliar de San Salvador e em 1974 transferido para a diocese de Santiago de María. Em 3 de fevereiro de 1977 foi nomeado Arcebispo de San Salvador. Em 24 de março de 1980 foi assassinado quando celebrava a Eucaristia.

Última atualização ( Seg, 15 de Outubro de 2018 16:01 ) Leia mais...
 
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