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A HISTÓRIA DE UM ARTISTA

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Preservada pela escritora e conselheira

Para comemorar os 50 anos da bossa nova, a conselheira Leide Câmara, arte-educadora por formação e apaixonada pela pesquisa, lança em agosto, em Natal (RN) , livro que reúne a história de um dos precursores do movimento musical brasileiro.

A Bossa Nova de Hianto de Almeida é a terceira publicação da representante eleita do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Conselho Deliberativo da Geap. Experiente no estilo memorial, Leide reúne na obra aspectos implícitos de canções que se perdem nas rádios ou em discos nas estantes. “A música do Rio Grande do Norte não tinha um lugar para guardar sua história e ela naturalmente se desvia nas mudanças”, diz. Foi a partir dessa percepção que decidiu pesquisar a vida e a obra do compositor e cantor potiguar Hianto de Almeida.

 

Segundo a conselheira, o artista foi daqueles que compunham mesmo no leito, tomado pela dor. A vida, no entanto, lhe reservou uma curta trajetória e ele faleceu em 1964, no auge da bossa nova. “Mas a intensa dedicação lhe proporcionou lugar de destaque na história da música brasileira.” Foram apenas 15 anos de vida artística, pouco para muitos artistas contemporâneos, mas tempo suficiente para ele. De suas 235 composições, boa parte ficou conhecida na voz de cantores consagrados nacionalmente, como Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Elza Soares e Moacyr Franco.

Maria Leide Câmara de Oliveira é formada em educação artística pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e possui vasto currículo, tendo coordenado festivais e projetos artísticos. É diretora estadual da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps) e foi presidente do Conselho Estadual de Representantes da Geap (CER/RN) por duas vezes. Ela conta que se dedica com afinco e muito orgulho às suas atividades e aptidões. “Tenho identificação com a pesquisa, com a arte, a música, a cultura nordestina e gosto de estar com os sócios da Anasps”.

Seu primeiro trabalho foi o Dicionário da Música do Rio Grande do Norte, lançado em 2001. O livro contém 600 verbetes de músicos potiguares catalogados e abrange a produção do início do século XX até hoje. A segunda obra, também com perfil memorial, guarda a história dos Conselhos Estaduais de Representantes. “Trata-se de um arquivo inacabado que mantém registrados os trabalhos de controle social dos CERs em defesa da Geap”.

 
 Natal/RN - Brasil,