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João Câmara

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João Severiano da Câmara (Taipu, 8 de março de 1895 — Natal, 12 de dezembro de 1948), mais conhecido como João Câmara, foi um agropecuarista, comerciante, industrial e político brasileiro que foi deputado estadual no Rio Grande do Norte e senador pelo mesmo estado.

Fazendeiro, criador de gado e plantador de algodão, exportador e industrial, desempenhou papel fundamental na criação e desenvolvimento do município de Baixa Verde, hoje João Câmara, sendo seu primeiro prefeito.

Em outubro de 1934, foi eleito para a assembléia constituinte do Rio Grande do Norte pelo Partido Popular (PP), sendo um dos signatários da constituição estadual de 1936.

Com a implantação do Estado Novo, teve seu mandato extinto, em novembro de 1937.

Redemocratizado o país, elegeu-se senador em janeiro de 1947 pelo PSD, do qual foi um dos fundadores em seu estado.

Quando faleceu, era um dos nomes cogitados para concorrer ao governo.

Períodos Legislativos da Terceira República - 1937-1946

    João Severiano da Câmara
    Nascimento: 8/3/1895
    Natural de: Taipu   - RN
    Filiação: Vicente Rodrigues da Câmara
                 e  Maria Rodrigues da Câmara
    Falecimento: 12/12/1948


   Histórico Acadêmico

     Primário    

   Cargos Públicos

     Trabalhou em Estradas de Ferro    

   Profissões

     Agropecuarista
     Comerciante
     Industrial

   Mandatos
     Deputado Provincial  -      
     Prefeito  -      
     Senador  -       1947 a 1948

 

João de Lyra Tavares - patrono da contabilidade brasileira

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O criador do Dia do Contabilista, João de Lyra Tavares, nasceu em 23 de novembro de 1871, na cidade de Goiana/PE, e faleceu em 30 de dezembro de 1930, no Rio de Janeiro onde era . Era o terceiro filho de Feliciano de Lyra Tavares e Maria Rosalina de Albuquerque Vasconcelos. Aos três anos de idade segue com sua família para o Rio Grande do Norte, estabelecendo-se na cidade de Macaíba.

Viveu a infância e adolescência em Macaíba, onde se fez abolicionista e republicano, além de orador inflamado nas diversas passeatas cívicas de então. Editou vários boletins políticos e foi correspondente de A República.

Foi guarda-livros e chefe de escritório das firmas Lyra Tavares e Fabrício & Cia. Como comerciante, teve uma atuação destacada em Pernambuco, onde fundou uma Associação de Guarda-Livros e foi membro da Associação Comercial do Recife, residindo naquele Estado entre os anos de 1895 a 1902.

Viajou para a Paraíba, onde residiu de 1902 a 1914, foi eleito deputado estadual sendo o relator da despesa e receita do Estado. Possuiu comercio e escrevia para os jornais mais importantes daquele Estado, além de ser professor.

Atuou na política, foi historiador e economista, autor de obras didáticas e estudioso de geografia. Em 1914, a convite do então ministro Rivadávia Corrêa, esteve, pela primeira vez, na cidade do Rio de Janeiro, na época capital da República, onde tomou parte da Comissão escolhida para estudar a reorganização da Contabilidade do Tesouro Nacional.

No ano seguinte, João de Lyra Tavares foi eleito Senador pelo Rio Grande do Norte, cargo que ocupou até o fim de sua vida. No Senado, foi membro eminente da Comissão de Finanças e sempre ressaltou os benefícios que a sociedade brasileira teria com o reconhecimento de uma classe de contadores públicos.

Em 1926, no almoço feito em sua homenagem pelas Entidades Contábeis Paulistas, João de Lyra Tavares foi aclamado Presidente do Supremo Conselho da Classe dos Contabilistas Brasileiros. Na ocasião, fez um discurso defendendo a criação do Registro Geral dos Contabilistas Brasileiros, marco decisivo para o processo de organização dos Contabilistas em bases profissionais, que culminou com a criação do sistema CFC/CRC's, ocorrida 20 anos depois.

O Conselho Federal de Contabilidade e os sindicatos dos contabilistas (sendo “contabilista” profissão declarada como inexistente pelo STJ no RE sp nº112.190/RS, pois não existe o diploma de “contabilista”) defendem que o Dia do Contabilista foi instituído em 1926 pelo Senador João Lyra Tavares, o qual, no dia 25 de abril, no Hotel Terminus, em São Paulo, como forma de agradecimento às homenagens que lhe prestavam os profissionais da Contabilidade, teria, em dado momento de seu discurso, afirmado: “Trabalhemos, pois, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril, o Dia dos Contabilistas Brasileiros.”

O que se escrevia e propagava à época era sobre a necessidade de se ensinar e estudar os fundamentos contabilísticos nas escolas, de se estudar Contabilidade. Não se usava, então, o termo “contabilista”, e, sim, “contabilístico”, pois assuntos “contabilísticos” ou “contábeis” eram sinônimos.

Isso porque, no Brasil, só se ensinavam técnicas de escrituração contábil na escola prática de Contabilidade.O aluno não estudava as funções contabilísticas, suas causas e seus efeitos. Ele aprendia a fazer, sem ter muita noção sobre o que estava fazendo. O Senador João Lyra Tavares defendia o ensino contabilístico e a regulamentação dos profissionais práticos em Contabilidade. Como conquista, um de seus objetivos foi concretizado: o ensino.
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Jessé Pinto Freire

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Jessé Pinto Freire (Macaíba, 19 de novembro de 1918 – Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1980) foi um advogado, empresário e político brasileiro que representou o Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.

Breve Biografia


Filho de Nelson Geraldo Freire e Maria Augusta Botelho Freire. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas e com passagem pelo Centro de Formação dos Oficiais da Reserva, foi presidente do comitê brasileiro da Câmara de Comércio Internacional e também da seção nacional do Conselho Interamericano de Comércio e Produção. No Rio Grande do Norte presidiu o Banco Auxiliar do Comércio e foi Secretário de Fazenda no governo Sílvio Pedrosa. Eleito vereador em Natal em 1950, deputado estadual em 1954 e deputado federal em 1958, 1962 e 1966, esteve ao lado de Aluizio Alves no PSD e o acompanhou no ingresso à ARENA, até que este último teve os direitos políticos cassados em 1969. Mesmo diante de tal revés a amizade entre as famílias superou o bipartidarismo imposto pelo Regime Militar de 1964: eleito senador em 1970, mesmo ano em que os Alves ingressaram no MDB, Freire recebeu-lhes o apoio em 1978 quando foi reeleito, embora os oposicionistas tivessem Radir de Araújo como candidato e este recebeu o apoio dos arenistas liderados por Dinarte Mariz, rival indormido dos Alves. Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, presidente da Confederação Nacional do Comércio (1964-1980) e também dos conselhos nacionais do Serviço Social do Comércio (SESC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Faleceu vítima de problemas cardíacos. Pai de Jessé Freire Filho (já falecido, eleito deputado federal em 1982 e 1986) e Fernando Freire (governador potiguar entre 2002 e 2003), estes deram continuidade ao seu legado político.
 
Períodos Legislativos da Quinta República - 1971-1974

    Jessé Pinto Freire
    Nascimento: 19/11/1918
    Natural de: Macaíba   - RN
    Filiação: Nelson Geraldo Freire
                 e  Maria Augusta Botelho Freire
    Falecimento: 13/10/1980


   Histórico Acadêmico
     Secundário     Atheneu Norte-rio- Grandense
     Direito     Faculdade de Direito de Alagoas

   Cargos Públicos
     Ministro do Tribunal Superior do Trabalho    
     Secretário de Estado de Finanças    

   Profissões
     Empresário
     Advogado

   Mandatos
     Vereador  -       1950 a 1954
     Deputado Estadual  -       1954 a 1958
     Deputado Federal  -       1959 a 1963
     Deputado Federal  -       1963 a 1967
     Deputado Federal  -       1967 a 1971
     Senador  -       1971 a 1978
     Senador  -       1979 a 1980
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Francisco Duarte Filho

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Francisco Duarte Ferreira Filho (Mossoró, 25 de dezembro de 1905 – Brasília, 21 de dezembro de 1973) foi um agropecuarista, médico e político brasileiro que foi senador pelo Rio Grande do Norte.

Formação acadêmica

Filho de Francisco Duarte Ferreira e Maria Vicência Duarte, formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro então Distrito Federal com especialização em Urologia e Cirurgia Geral. Após sua graduação trabalhou para a Rede Ferroviária do Nordeste e a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, prestando serviços ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) e ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI).

Em 1933 disputou uma vaga na Assembléia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição brasileira de 1934 mas não obteve êxito. À época estava filiado ao Partido Popular do Rio Grande do Norte, extinto quando Getúlio Vargas instituiu o Estado Novo em 10 de novembro de 1937. Retornou à política em 1945 quando foi eleito suplente de deputado federal pela UDN não chegando a participar da elaboração da Constituição brasileira de 1946. Embora tenha ingressado no PDC só veio a disputar uma nova eleição em 1966 quando foi eleito senador pela ARENA, falecendo no exercício do mandato.

Períodos Legislativos da Quinta República - 1967-1970

    Francisco Duarte Filho
    Nascimento: 25/12/1905
    Natural de: Mossoró   - RN
    Filiação: Francisco Duarte Ferreira
                 e  Maria Vicencia Duarte
    Falecimento: 21/9/1973


   Histórico Acadêmico

     Primário     Colégio Santa Luzia
     secundário     Colégio Santo Antônio
     Medicina     Faculdade de Medicina

   Cargos Públicos
     Médico de Polícia Estadual    
     Secretário de Saúde e Assistência Social    
     Médico do Iaptec, Iapi e Iapc    
     Secretário de Finanças (interino)    

   Profissões
     Agropecuarista
     Médico

   Mandatos
     Prefeito  -       1935 a 1936
     Senador  -       1967 a 1973

 
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