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Memorial da Medicina do RN

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Memorial da Medicina do RN: Diretrizes aprovadas em Sessão Plenária do Cremern

O Memorial da Medicina do Rio Grande do Norte, teve suas Diretrizes aprovadas em Sessão Plenária do Cremern e seu Estatuto e seu Regimento Interno encontram-se em fase final de construção.

DIRETRIZES DO
MEMORIAL DA MEDICINA
DO RIO GRANDE DO
NORTE

                         Art. 1° - O Memorial da Medicina do Rio Grande do Norte (MMRN-Cremern) é uma extensão do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte, sem fins lucrativos e duração por tempo indeterminado, que tem por finalidade: I - a preservação da memória da Medicina no RN por meio da defesa, conservação e preservação do patrimônio histórico, artístico e técnico da Medicina do Rio Grande do Norte, inclusive o acervo particular de médicos partícipe dessa História representado por documentos, bibliotecas, diplomas, comendas, medalhas e outros objetivos pessoais e artísticos; II – a promoção da cultura científica e humanística; III – a reconstrução sócio-histórica da Medicina do Rio Grande do Norte, inclusive a gráfica e a visual; IV – a promoção suplementar e subsidiária da cultura e das estórias médicas do Rio Grande do Norte; V – promoção da ética e dos valores universais; VI – ações complementares de capacitação nas áreas de estudos e pesquisas da medicina no Rio Grande do Norte; VII – elaboração e execução direta e ou em conjunto com outras Instituições conveniadas, de projetos, programas e planos correlatos à defesa do patrimônio médico do Estado; VIII - promoção de estudo e de pesquisa em área do ensino e de saúde; IX – campo de estágio para cursos afins; X – divulgação das informações e dos conhecimentos técnicos e científicos produzidos, inclusive por meio da mídia nacional e internacional; XI – exposição de acervos, inclusive virtual e visitação pública.
                         Art. 2° - O Memorial da Medicina do Rio Grande do Norte obedecerá às diretrizes da política nacional de educação, de cultura e de memória estabelecida pelo Governo Federal, as diretrizes políticas do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (Cremern).

                         § 1° - O Memorial tem como missão: “Proteger, preservar e promover a memória da medicina do Rio Grande do Norte, garantindo a segurança dos seus produtos e serviços”.

                         § 2° - O Memorial tem, por valores institucionais, a obediência aos princípios da ética, a transparência dos atos, o conhecimento como fonte da ação, o espírito de cooperação e o compromisso com os resultados.

                         § 3° - O Memorial tem, como espaço de atuação, a preservação da memória da medicina do Rio Grande do Norte.

 

Hospital Giselda Trigueiro

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Hospital Giselda Trigueiro

          Porta de entrada para estudantes de medicina e residência médica em infectologia, o Hospital Giselda Trigueiro é referência da especialidade no RN.

O Hospital Giselda Trigueiro, que inicialmente teve o nome de Evandro Chagas, nasceu na década de 1940, a partir de uma enfermaria do Hospital Colônia Dr. João Machado. O local, onde só haviam colchões, tinha pouca estrutura e era destinado ao isolamento dos portadores das doenças mais contagiosas da época – varíola, varicela e tuberculose.

          Com a criação da UFRN, em 1958, os alunos do curso de medicina que pagavam a disciplina de doenças infecciosas, passaram a atuar no hospital e dar plantões, já que na época não havia médicos plantonistas.

          Em 1961, a Dra. Maria Giselda da Silva Trigueiro, médica infectologista, iniciou sua carreira como professora da Faculdade de Medicina da UFRN, na cadeira de Clínica de Doenças Tropicais e Infecciosas, passando desde então a ser responsável pela disciplina. Era especialista em doenças infectocontagiosas, sendo pioneira no estudo de doenças tropicais e assumiu os cuidados com os doentes desta especialidade.

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Biografia de Heitor Carrilho

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Heitor Pereira Carrilho

               Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, destacou-se na carreira de magistério médico, como professor titular de fisiologia da Faculdade de Farmácia e Odontologia de Niterói, 1912, como assistente de clinica neurológica na Faculdade Nacional de Medicina, passou a livre-docente de clínica psiquiátrica em 1919 na mesma faculdade e logo catedrático de Clínica Psiquiátrica na Faculdade Fluminense de Medicina.

               Logo empregou-se no antigo Hospício dos Alienados da Praia Vermelha, em 1919, onde fez toda a sua carreira e especializou-se em clínica psiquiátrica e, como função pública, em psiquiatria criminal.
Dedicou sua vida pública ao manicômio judiciário do Rio de Janeiro. Seguindo a orientação de Juliano Moreira, Heitor Carrilho lutou para que fosse inaugurado o Manicômio Judiciário em 1921, tendo sido o seu primeiro diretor. Nessa função, organizou suas diferentes seções, burocráticas, técnicas e científicas, até 1954.
               Com a morte de Juliano Moreira, Heitor o substituiu no Conselho Penitenciário do Rio de Janeiro, em 1930. Nesse período, organizou e chefiou o Serviço de Assistência aos Psicopatas do Estado do Rio de Janeiro. Foi membro titular da Academia Nacional de Medicina (1929).
               Seu nome batiza o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho, na rua Frei Caneca, no Rio de Janeiro.

 

Dr. Marcos Bezerra Cavalcanti

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