Instituto José Maciel

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Religiosos

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João XXIII e Dom Eugênio no Vaticano

Dom Eugênio e Dom Helder

Dom Eugênio
Dom Eugênio
Dom José Ivo Lorscheilter


Dom Aluízio Lorcheider

 

Conego Estevam Dantes

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Dom Joaquim Antonio de Almeida

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Pede à justiça que consagremos algumas reflexões à memória de um benemérito brasileiro, que há cinqüenta anos desceu à sepultura, mas carregado de merecimento, do que de anos. O Rio Grande do Norte é sua terra, terra onde viu a luz, estudou, lutou e amou.

Joaquim Antonio de Almeida nasceu a 17 de agosto de 1868, na fazenda Pajuçara, município de Goianinha, filho de José Antonio de Almeida e dona Antonia Maria de Almeida. Foi batizado a 3 de outubro do mesmo ano, na Capela Comum, a três léguas da fazenda dos seus pais, tendo sido oficiante o padre Manoel Ferreira Borges, oitavo vigário de Goianinha.

Inicia seus estudos ali mesmo e, em 1885, matricula-se no Colégio Diocesano, anexo ao Seminário de Olinda, para estudar português, francês, latim e geografia. Em 1889, transfere-se para o Seminário de Fortaleza, onde estuda filosofia. O tempo e os estudos o levaram ao sacerdócio em 2 de dezembro de 1894. A primeira missa cantada do neo-sacerdote realizo-se no altar de Nossa Senhora dos Prazeres, nas Matriz de Goianinha, no dia 18 de dezembro do mesmo ano.

MÚSICO: Canto gregoriano

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Fieis se despedem de Mons. Americo

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Depois de lutar quase seis meses contra um câncer no intestino o Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, 79 anos de idade, não resistiu ao tratamento e morreu no início da manhã de ontem (05.10.2009), no Hospital Wilson Rosado, em Mossoró. A luta contra a doença teve fim exatamente às 4h35 quando a equipe médica declarou sua morte, decorrente de insuficiência respiratória aguda, embolia pulmonar e carcinomatose peritoneal (câncer). A morte do homem que revolucionou a comunicação da Diocese de Santa Luzia com a população, através da criação da Rádio Rural de Mossoró, pôs fim a um legado.

Durante todo o tratamento a força e lucidez do religioso - que iria completar 80 anos no próximo mês – chamavam a atenção dos fiéis. Nos últimos dias, monsenhor América chegou a fazer reuniões, dentro do quarto de hospital, para definir atividades referentes a organização da Festa de Santa Luzia deste ano. “Na verdade ele era a coluna da Igreja em Mossoró. Um homem servidor, dedicado e antenado com o mundo. Foi muito importante em questão da comunicação da igreja com a população. “Um ícone”, comentou o vigário-geral da paróquia de Santa Luzia, padre Flávio Augusto Forte de Melo. A Diocese decretou luto oficial durante três dias.

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