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S. S. João Paulo II - BIOGRAFIA

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"Vim, como mensageiro da verdade e da esperança, para confirmá-los na fé e lhes deixar uma mensagem de paz e reconciliação em Cristo. >Viagem à Cuba, janeiro de 1998"

BIOGRAFIA
João Paulo II (1920-2005)

Sumo Pontíficie O primeiro papa não Italiano desde 1523 A sua enorme energia, número de viagens sem precedentes e forte conservadorismo religioso ajudaram a espalhar a influência do posto Papal tanto no mundo Católico como no mundo não Católico. Karol Wojtyla, nasceu no dia 18 de Maio de 1920 em Wadowice, Polónia. Estudou poesia e drama na Universidade Jagieloniana. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939- 1945), completou o curso universitário no Instituto Angelicum de Roma e doutorou- se em teologia na Universidade Católica de Lublin. Até ser nomeado bispo auxiliar de Cracóvia em 1958, foi capelão universitário e professor de ética em cracóvia e Lublin. A forma filosófica, que integrava os métodos e perspectivas de fenomenologia na filosofia Tomistica, de gerir as questões que se lhe apresentavam no dia a dia, estão relacionadas com a sua "devoção" ao pensador Alemão Mas Scheler. Em 1964, Wojtyla assume as funções de arcebispo de Cracóvia, e em 1967, chega a cardeal. Um activo participante no Conselho Vaticano Segundo, representou igualmente a Polónia em cinco sinodos internacionais de bispos entre 1967 e 1977. Foi eleito Papa a 16 de Outubro de 1978, sucedendo a João Paulo I. Wojtyla adoptou então o nome João Paulo II. A 13 de Maio de 1981, foi atingido a tiro e gravemente ferido durante uma tentativa de assassinato quando entrava na Praça de São Pedro, no Vaticano. João Paulo II publicou livros de poesia e, sob o pseudónimo Andrzej Jawien, escreveu uma peça de teatro, "A Loja do Ourives" (1960). Os seus escritos éticos e teológicos incluem "Amor Frutuoso e Responsável" e "Sinal de Contradição", ambos publicados em 1979. A sua primeira Encíclica, "Redemptor Hominis" (Redentor dos Homens, 1979), explica a ligação entre a redenção por Cristo e a dignidade humana. Enciclicas posteriores defendem o poder da misericórdia na vida dos homens (1980), a importância do trabalho como "forma de santificação" (1981), a posição da igreja na Europa de Leste (1985),os males do Marxismo, materialismo e ateísmo (1986) o papel da Virgem Maria como fonte da unidade Cristã (1987), os efeitos destructivos da rivalidade das superpotências (1988), a necessidade de reconciliar o capitalismo com a justiça social (1991) e uma argumentação contra o relativismo moral (1993). A 11ª encíclica de João Paulo II, "Evalegium Vitae" (1995), reitera a sua posição contra o aborto, controlo de natalidade, fertilização in vitro, engenharia genética e eutanásia. Defende também que a pena capital nunca é justificável. A sua 12ª encíclica, "Ut Unum Sint" (1995) refere temas que continuam a dividir as igrejas Cristãs, como os sacramentos da Eucaristia, o papel da Virgem Maria e a relação entre as Escrituras e a tradição. Nos anos 80 e 90, João Paulo II efectuou várias viagens, incluindo visitas a África, Ásia e América; em Setembro de 1993 deslocou- se às repúblicas do Báltico na primeira visita papal a países da ex- União Soviética. João Paulo II influenciou a restauração da democracia e liberdades religiosas na Europa de Leste, especialmente na sua Polónia natal. Reagindo ferozmente à dissidência no interior da Igreja, reafirmou os ensinamentos Católicos Romanos contra a homossexualidade, aborto e métodos "artificiais" de reprodução humana e controlo de natalidade, assim como a defesa do celibato dos padres. No ano 2000, o Ano Sagrado em que a Igreja reflectiu os seus 2000 anos de História, João Paulo II pediu perdão pelos pecados cometidos pelos Católico Romanos. Apesar de não ter mencionado erros específicos, diversos cardeais reconheceram que o papa se referia ás injustiças e intolerância do passado relativamente aos não-Católicos. Nestes males reconhece- se o período das Cruzadas, da Inquisição e a apatia da igreja. O pedido de desculpas precedeu uma deslocação de João Paulo II à Terra Santa. João Paulo II resistiu à secularização da igreja. Ao redifinir as responsabilidades da laicização, dos padres e das ordens religiosas, rejeitou a ordenação das mulheres e opôs- se à participação política e à manutenção de cargos políticos pelos padres. Os seus movimentos ecuménicos iniciais foram dirigidos para a Igreja Ortodoxa e para o Anglicanismo, e não para o Protestantismo Europeu. Atacado pelo Mal de Parkinson, morreu aos 84 anos, no Vaticano, após dois dias de agonia, às 21h37 de Roma, 16h37 de Brasília, do dia 2 de abril, em seus aposentos no Palácio Apostólico. Foi sem dúvida um dos maiores nomes da Igreja Católica de todos os tempos e uma dos mais influentes autoridades mundiais do século XX e princípios do XXI.

Fonte: GrandeReportagem.com 

 

 

Pe. José de Anchieta, o primeiro andarilho

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Nascido em La Laguna de Tenerife, Ilhas Canárias em 19 de março de 1534 (um ano antes da chegada de Vasco Fernandes Coutinho ao Espírito Santo), filho do basco Juan Lopes da Anchieta, de uma família nobre de Guipuzicoa, e uma nativa de Tenerife, Mência Diaz Llarena, com quem se amancebou, Anchieta foi mandado pelo pai aos 14 anos para estudar em Coimbra. Revelando notável inteligência nos estudos acadêmicos ingressa na Companhia de Jesus, fundada em 1535 por seu primo Inácio de Loiola.

Enviado ao Brasil para a missão evangelizadora e para tratar de uma tuberculose óssea que o afligia - e que o deixou com a postura encurvada _ Anchieta

aqui chegou em 1553 aos 19 anos aportando primeiro em Salvador e depois rumando para a capitania de São Vicente onde fundou o Colégio de Piratininga, embrião da cidade de São Paulo.

Tornou-se o principal catequizador dos índios brasileiros e se valia de recursos teatrais nesse trabalho, o que lhe confere o pioneirismo das artes cênicas nacionais, sendo justamente reconhecido como o fundador do teatro brasileiro.
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Dom Marcolino Esmeraldo de Souza Dantas

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A Arquidiocese de Natal pode ser analisada como uma Igreja particular que teve em dom Marcolino Dantas, o seu 4º Bispo, (1929-1967), o marco divisório entre antes e depois do seu longo governo de 38 anos. A esmeralda formação do clero deu a Dom Marcolino o galardão de Grande Bispo de Natal. Ordenou cerca de quarenta padres, entre eles o padre José Adelino Dantas, que logo foi escolhido para Reitor do Seminário, onde desenvolveu o seu grande carisma de formador, o que fez de Natal a forja de personalidades de escola, muitas das quais foram escolhidos para o episcopado. O próprio Pe. José Adelino foi nomeado bispo. Dom Marcolino não alimentava pretensões pessoais, mas sabia abrir espaço para a fulguração do luminares do seu clero. Construiu o prédio do Seminário de São Pedro, o Dispensário Sinfrônio Barreto, o Santuário de Santa Teresinha, lançou a pedra fundamental da nova Catedral, restaurou o jornal diocesano e criou onze paróquias. Em 1945 comemorou solenemente o Tricentenário do Morticínio de Cunhaú e Uruaçu e, em 1953, Bi-centenário da aparição da imagem de Nossa Senhora do Rosário, no Rio Potengi. Incentivou a realização de Congressos Eucarísticos Paroquiais, como o de Canguaretama, de Currais Novos e de São José de Mipibu. No decorrer deste último, ele ordenou um filho da terra, o mipibuense Manuel Tavares de Araújo, que, depois, foi sagrado bispo. No seu governo foram criadas as dioceses de Mossoró e de Caicó. Em 1952 foi criada a Arquidiocese de Natal, que como sede metropolitana, teve por sufragâneas as duas dioceses do Estado.

Dom Marcolino Esmeraldo de Souza Dantas, nascido em 22 de Janeiro de 1888, em Inhambupe BA, 4º Bispo de Natal, RN em 1929. 1º Arcebispo de Natal, a 1º de Março de 1952.

 

Mártires de Cunhaú e Uruaçú

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Biografias

Padre André de Soveral
O sacerdote é um dos dois brasileiros incluídos na lista para a beatificação. Nasceu em São Vicente, litoral paulsita, em 1572. Como missionário jesuíta catequizou os índios no Nordeste do Brasil. Depois, já no Clero diocesano, foi pároco de Cunhaú, onde foi morto durante a missa com mais 69 fiéis.

Domingos de Carvalho
Além do padre André de Soveral, é o único dos fiéis mortos em Cunháu, identificado com segurança. Não há informações sobre seus afazeres, mas no corpo foram encontradas moedas de ouro, sinal de que devia ser algum mercado próspero. Há dúvidas se foi morto na capela ou na casa do engenho.

Padre Ambrósio Francisco Ferro
Português dos Açores, foi nomeado vigário do Rio Grande em 1636. Refugiou-se na Fortaleza dos Reis Magos (Castelo de Keulen), após o massacre de Cunháu, junto com mais cinco principais da cidade. Foi levado para a morte em Uruaçu.

Antônio Vilela Cid
Fidalgo, nascido em Castela, Espanha, veio para o Rio Grande em 1613 para assumir por ordens do rei Felipe II o cargo de capitão-mor. Nâo se sabe porque não exerceu a função, mas em 1620 era juiz ordinário em Natal. Casou com Dona Inês Duarte, irmão do padre Ambrósio Francisco Ferro. Acusado pelo chefe Janduí de ter sido cúmplice na morte de um holandês, na capitania do Ceará, foi preso no Castelo de Keulen por suspeita de conspiração.

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 Natal/RN - Brasil,