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Amaro Bezerra

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Amaro Carneiro Bezerra Cavalcanti – político, chefe do Partido Liberal na antiga Província, nasceu em Pernambuco, a 15 de janeiro de 1825. Formado em Direito pela Academia de Olinda, em 1874, veio ano seguinte para o Rio Grande do Norte, onde a princípio exerceu a magistratura, abandonando, depois, essa carreira para dedicar-se à advocacia e à política. Chefiou, em começo, o Partido Conservador; mas, após a queda do gabinete Zacarias, passou a chefiar a corrente Liberal, gozando de real prestígio em toda a província e de grande influência na política Nacional, em Natal fundou o “Dois de Dezembro”, “O Correio Natalense”, “O Liberal Norte”, “O Liberal” e a “Liberdade”, jornais que obedecia à sua orientação. Sílvio Roméro, no seu livro “História da Literatura Brasileira”, fez honrosa referência a Amaro Bezerra, incluindo-se entre os obreiros de mais merecimento na campanha pela abolição.

Em muitas legislatura, o Dr. Amaro desempenhou o mandato de Deputado Provincial, tendo sido também assento na Câmara dos Deputados do Império, eleito pelo Rio Grande do Norte. Proclamada a República, o Dr. Amaro Bezerra afastou-se do cenário político, falecendo, no Rio de Janeiro, a 23 de novembro de 1890.

 

AMARO Barreto de Albuquerque Maranhao

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AMARO Barreto de Albuquerque Maranhão
(Pai de Augusto Severo de Albuquerque Maranhão)

 

Capitao Jose da Penha

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Capitão do Exercito. Militar ilustre e valente cuja bravura tocava as raias da loucura. Nasceu a 13 de maio de 1875 em Angicos, no Rio Grande do Norte, filho de José (Francisco) Alves de Sousa, e de d, Maria Inácia Alves de Sousa, também rio-grandense. Sentou praça a 2 de agosto de 1890, cursando a Escola Militar do Ceará. Promovido a alferes a 3 de novembro de 1895, a tenente a 8 de novembro de 1898, e a capitão  a 2 de agosto de 1911. No Rio Grande do Norte moveu forte campanha política de combate à situação representada por Tavares de Lira, Alberto Maranhão e Joaquim Ferreira Chaves, que conseguiram a sua transferência para o Ceará, aqui se filiando à corrente Franco Rabelo, em defesa e sustentação de cujo governo sacrificou a vida combatendo, a 22 de fevereiro de 1914, em Miguel Calmon, quando comandava as forças governista conta os jagunços do Juaseiro, tragédia que se encontra minuciosamente narrada no livro O Padre Cícero e a revolução do Juaseiro, já citado, da autoria do dr. Irineu Nogueira Pinheiro. No local em que tombou morto ergue-se um obelisco, e em honra desse brioso soldado da Republica foi ereto um busto, obra do escultor J. A. Correia Lima, hoje colocado em frente ao Quartel da Força Policial, na Praça José Bonifácio, mas primitivamente, na Praça José de Alencar. Esse busto esteve coberto de crepe durante as manifestações feitas em fevereiro de 1926 ao deputado Floro Bartolomeu, que fora o comandante-em-chefe dos jagunços. Transportados para Fortaleza os restos mortais, tiveram o mais tocante sepultamento, tendo, antes estado em câmara ardente no salão de sessões da Assembleia. O jagunço a cujo tiro certeiro sucumbiu, de nome José Pinheiro, tempos depois foi morto no Cariri, após cruéis tormentos, pois até lhe tiraram pedaços da pele, ainda vivo!

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Autorizacao para circular pela Ponte de Igapo

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