Instituto José Maciel

Conteudo

Depoimentos

Estatísticas do Site

Membros : 28633
Conteúdo : 652
Links da Web : 6
Visualizações de Conteúdo : 1008225

Pessoas Online

Nós temos 11 visitantes online

Pat. da Humanidade

E-mail Imprimir PDF
 

Centro Náutico

E-mail Imprimir PDF

Guarnição da Yole a 4"Ypiranga"
2º Luga da prova Eloy de Souza de 1919 - 1200 mts
Anibal Leite Ribeiro
João Alves
João Cruz de Carvalho
Sérgio Severo
Pedro Souto
 

Praca Pedro Velho

E-mail Imprimir PDF

Não sei olhar a Praça Pedro Velho com os olhos de homem feito. Saltam lá de dentro, como se vivessem escondidos em algum lugar da alma, os olhos do menino refazendo aquele território encantado da última infância. Onde a pracinha que aprendi a ver quando cheguei aqui, há mais de meio século? Os fícus nas esculturas nascidas das mãos dos jardineiros, os tanques onde moravam as tartarugas, o coreto elevado e os bancos desenhando as curvas verdes das suas pequenas alamedas?

Naquele tempo, graças a Deus, não era cívica. Era só Pedro Velho. Homenagem sincera ao nosso

proclamador da república.  Com seus olhos de bronze como se ainda olhassem a velha mata de Petrópolis, onde viveu, passeou a cavalo, foi o visitante ilustre do Principado do Tirol do amigo Coronel Cascudo, pai de Cascudinho. Com aquela dama e seu vestido longo que não cansa nunca de estender o braço e oferecer um buquê de flores. Como se a vida estive parado num instante mágico.

Um imenso território humano se limitava, na sua geografia íntima, com as Avenidas Prudente de Morais e Floriano Peixoto, entre a Potengi e a Trairi, como se fossem reios correndo para a Ribeira. Não este lugar de hoje, tão comum em tudo, cercado de escritórios, prédios públicos, consultórios e repartições. Ali viviam velhas famílias da cidade e, na esquina, com suas varandas suspensas sobre uns porões misteriosos, espiava a praça a bela casa de Cícero de Souza, hoje desaparecida, onde fizeram com a pedra e a cal da insensibilidade um hotel com nome em inglês.

Leia mais...
 

Darcy Sarmanho Vargas

E-mail Imprimir PDF

Darcy Sarmanho Vargas (São Borja, 12 de dezembro de 1895 — Rio de Janeiro, 25 de junho de 1968) foi a esposa de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, e a primeira-dama do país por dois períodos.

Na condição de primeira-dama, Darcy Vargas tornou-se um exemplo e uma referência para suas contemporâneas, devido à sua preocupação com as questões sociais e assistenciais.

A fundação de diversas instituições criadas em sua honra e por ela mesma formam seu maior legado.

 
 Natal/RN - Brasil,