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Capitão José da Penha

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Capitão do Exercito. Militar ilustre e valente cuja bravura tocava as raias da loucura. Nasceu a 13 de maio de 1875 em Angicos, no Rio Grande do Norte, filho de José (Francisco) Alves de Sousa, e de d, Maria Inácia Alves de Sousa, também rio-grandense. Sentou praça a 2 de agosto de 1890, cursando a Escola Militar do Ceará. Promovido a alferes a 3 de novembro de 1895, a tenente a 8 de novembro de 1898, e a capitão  a 2 de agosto de 1911. No Rio Grande do Norte moveu forte campanha política de combate à situação representada por Tavares de Lira, Alberto Maranhão e Joaquim Ferreira Chaves, que conseguiram a sua transferência para o Ceará, aqui se filiando à corrente Franco Rabelo, em defesa e sustentação de cujo governo sacrificou a vida combatendo, a 22 de fevereiro de 1914, em Miguel Calmon, quando comandava as forças governista conta os jagunços do Juaseiro, tragédia que se encontra minuciosamente narrada no livro O Padre Cícero e a revolução do Juaseiro, já citado, da autoria do dr. Irineu Nogueira Pinheiro. No local em que tombou morto ergue-se um obelisco, e em honra desse brioso soldado da Republica foi ereto um busto, obra do escultor J. A. Correia Lima, hoje colocado em frente ao Quartel da Força Policial, na Praça José Bonifácio, mas primitivamente, na Praça José de Alencar. Esse busto esteve coberto de crepe durante as manifestações feitas em fevereiro de 1926 ao deputado Floro Bartolomeu, que fora o comandante-em-chefe dos jagunços. Transportados para Fortaleza os restos mortais, tiveram o mais tocante sepultamento, tendo, antes estado em câmara ardente no salão de sessões da Assembleia. O jagunço a cujo tiro certeiro sucumbiu, de nome José Pinheiro, tempos depois foi morto no Cariri, após cruéis tormentos, pois até lhe tiraram pedaços da pele, ainda vivo!

Homem de letras, J. da Penha – como é geralmente conhecido – foi redator, em 1893, da revista literária, cientifica e critica, saída a 20 de  julho, juntamente com outros alunos da Escola Militar: Luiz Agasssis, Flavio Beleza, Leite de Berredo, Francisco Barreto de Menezes, Vianna de Carvalho, Cortes Guimarães, e Eutychio Galvão, e colaborou em diversos jornais do Rio, como o Correio da Manhã, Gazeta de  Notícias, Folha do Dia, e Correio da Norte, deixando publicados trabalhos de fôlego, tais como: Pela Defesa Nacional, 1900; Aerostação Militar (tradução), 1901; Pela Pátria e pelo Exercito, 1902; O espiritismo e os sábios, 1902; A Salinésia (sátiras), 1904, e Manual Militar, 1909, este, dedicado ao Marechal Hermes da Fonseca.

Era casado com d. Altina Santos, falecida no Recife, em 1905, filha do Capitão Francisco Pedro dos Santos, veterano da guerra do Paraguai.

A Prefeitura Municipal de Fortaleza, por proposta do vereador João José Vieira da Costa, deu o nome de – J. da Penha – em 1915, á antiga rua  S. Luiz, hoje dividida em dois trechos, no bairro  Aldeota.

Sobre a tragédia de Miguel Calmon tem um trabalho inédito, o dr. Pinheiro de Souza, que aquele tempo era funcionário do telegrafo da Rede de Viação Cearense, naquela estação, e lhe conhece os pormenores.

É seu filho o Major Murilo Penha, servindo, atualmente, na 25º Circunscrição Militar, em Fortaleza.

Há no Rio Grande do Norte, uma localidade com o seu nome.
 
FONTE: http://trindade.blog.digi.com.br/ 
 

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As razões éticas

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Vivemos mais do que nunca num mundo dominado por preocupações éticas. O que antes se apresentava como princípio ideológico, hoje, com a falência ou o descrédito das ideologias, passou a constituir uma exigência de natureza simplesmente ética, que se impõe a todos, acima de concepções políticas e doutrinárias. A redução das desigualdades sociais, por exemplo, não é mais uma tese defendida por esquerdistas ou socialistas. Ninguém, por mais que se considere conservador ou indiferente aos problemas dos segmentos mais humildes da sociedade, tem a desfaçatez de considerar justa e correta a escandalosa distância entre as classes sociais. Pode até demonstrar pessimismo quanto à eficácia das políticas – que muitos países põem em prática – destinadas a reduzir as desigualdades. Mas posicionar-se contra essas políticas seria uma atitude frontalmente aética que poucos têm a coragem de assumir, principalmente quando se sabe que as desigualdades, quando muito acentuadas, provocam a instabilidade social. Ou seja, a disparidade entre os privilégios dos mais ricos e as privações e carências dos mais pobres gera ou contribui para agravar, juntamente com outros fatores, a violência desenfreada que se estende desastrosamente às próprias áreas de segurança que deveriam combater a criminalidade. Além disso, como as desigualdades sociais repercutem na própria economia nacional, impedindo ou dificultando resultados mais favoráveis para todos, terminam os menos interessados tendo de preocupar-se com a desumana situação de quase 17 milhões de pessoas que no Brasil atual passam fome e vivem em estado de extrema pobreza.

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