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Amaro Bezerra Cavalcanti

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Formado em Direito em 1881 pela Universidade de Albany Estados Unidos da América do Norte. Exerceu no Ceará a advocacia; Senador pelo Rio Grande do Norte (1890-1891). Com a Proclamação da República foi nomeado Vice-Governador do Rio Grande do Norte. Mais tarde aceitou o posto de Ministro Plenipotenciário no Paraguai. Foi Ministro da Justiça (1897-1898); Consultor Jurídico do Ministro do Exterior (1905-1906). Em 1906 foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal cargo no qual se aposentou em 1914. Representou o Brasil na Conferência Financeira Panamericana em Washington em 1915. De 1917 a 1918 foi Prefeito do Distrito Federal. Juiz do Tribunal Arbitral de Haia como Delegado do Brasil (1917). Fundador e Primeiro Presidente da Sociedade de Direito Internacional; Membro honorário do Instituto dos Advogados; Sócio benemérito do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; Sócio honorário do Instituto Histórico do Rio Grande do Norte; Professor de Finanças da Academia de Altos Estudos. Na pasta Fazenda não pôde executar o seu programa pelo falecimento do Presidente eleito Rodrigues Alves por quem fora convidado. Consideraram-no grande conhecedor dos problemas econômicos e financeiros do Brasil. Na sua bibliografia destaca-se o seguinte:- Finances du Brésil. Paris 1889.- Resenha financeira do ex-Império do Brasil em 1889. Rio de Janeiro Imp Nacional 1890.- A reforma monetária. Projetos números 3 e 27 do Senado. Rio de Janeiro Imp.Nacional 1891.- Política e finanças. Rio de Janeiro Imprensa Nacional 1892.- 0 meio circulante nacional. Rio de Janeiro Imprensa. Nacional 1893.- Elementos de finanças. Estudo teórico e prático. Rio de Janeiro 1896.- Tributação constitucional. Rio de Janeiro 1896- Taxas protetoras nas tarifas aduaneiras. Rio de Janeiro 1903.- A vida econômica e financeira do Brasil. Rio de Janeiro Imprensa Nacional- 1915. /Conferência pronunciada na Biblioteca Nacional em 5 de setembro de1914/- Natureza e forças econômicas do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro.- Tipografia da Revista dos Tribunais 1916.- Imposto de exportação Isenções de direito Ministério da Justiça e Negócios Interiores. Notícia histórica dos serviços instituições e estabelecimentos pertencentes a esta repartição. Publicação oficial. Rio de Janeiro 1898.


Períodos Legislativos da Primeira República - 1890-1891

    Amaro Bezerra Cavalcanti
    Nascimento: 15/8/1849
    Natural de: Caicó   - RN
    Filiação: Amaro Soares Cavalcanti de Brito
                 e  Ana de Barros Cavalcanti
    Falecimento: 28/1/1922


   Histórico Acadêmico
     Secundário     
     Direito     Escola de Direito da Union University

   Cargos Públicos
     Diretor do Liceu do Ceará     
     Inspetor Geral de Instrução Pública     
     Presidente da Companhia de Navegação do Rio das Velhas     
     Ministro Plenipotenciário no Paraguai     
     Diplomata     
     Ministro do Supremo Tribunal Federal     
     Ministro da Fazenda     
     Ministro do Interior     
     Ministro da Justiça e Negócios Interiores     

   Profissões
     Industrial
     Escritor
     Advogado
     Professor(a)

   Mandatos
     Senador  -       1890 a 1891
     Senador  -       1891 a 1893
     Prefeito  -       1917 a 1918
     Deputado Federal  -       1897 a 1897
     Vice-governador  -       

   Homenagens Recebidas
     Foi homenageado pela Prefeitura do DF sendo dado o seu nome a um logradouro público, no Meyer, por decreto nº 1.296 de 21/11/1918 e uma escola técnica secundária.


   Trabalhos Publicados
     - A Religião; Ceará, 1874.
     - A Meus Discípulos. Polêmica, Ceará, 1875.
     - Livro Popular. Nova York, 1881.
     - Educação Elementar Nos EUA. Ceará, 1881.
     - Notícia Cronológica da Educação Popular no Brasil, 1883.
     - Ensino Moral e Religioso. RJ, 1883.
     - Meio de desenvolver a instrução primária nos municípios rurais. Rio, 1884.
     - The Brazilian Language And Its Aglutination. 1884.
     - Finances du Brésil. Paris, 1889.
     - Resenha financeira do ex-império, RJ, 1890.
     - Projeto de constituição de um estado, 1891.
     - Reforma monetária e bancária. RJ. 1891.
     - Política e finanças. RJ, 1892.
     - Meio circulante nacional. RJ, 1893.
     - A situação política ou a intervenção do Governo Federal nos Estados da União. RJ, 1893.
     - Elementos de finanças. RJ, 1896.
     - Tributação constitucional. Rio, 1896.
     - Regime Federativo. RJ, 1900.
     - Unidade do direito processual. Congresso Jurídico americano. RJ, 1901
     - Direito das obrigações. rel. a com. parlam. do código civil brasileiro. RJ, 1901.
     - A justiça internacional. RJ, 1902.
     - Taxas protetoras nas tarifas aduaneiras. RJ, 1903.
     - Responsabilidade civil do estado. RJ, 1905.
     - Natureza e forças econômicas do Rio Grande Do Norte. RJ, Rev. dos Tribunais, 1916.
     - Pan-America questions. Sl, diretoria do serviço de estatística, 1913.
     - Sociedade brasileira de direito internacional, RJ, Imp. Nacional/1916.
     - A Sociedade das nações. RJ, Imprensa Nacional, 1920. Câmara trabalho do Dr. Amaro Cavalcanti. Discursos, Ensaios, Conferências RJ. Imprensa Nacional, 1906. 116 P.
     - A vida econômica e financeira do Brasil. RJ, Imprensa Nacional, 1915.
     - Revisão das sentenças dos tribunais estaduais pela Suprema Corte dos Estados Unidos da América. 1910.
     - The Federal Judiciary In Brazil And United States Of America. 1911.
     - La Codification Du Droit Internacional American, 1914.
     - A neutralidade e as restrições do comércio internacional na Guerra Européia. 1916.
 

Honras a Giselda Trigueiro

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Se fosse viva, Giselda Trigueiro teria 85 anos de idade no próximo 18 de fevereiro de 2019. Nasceu em Vila Velha, Ceará, e faleceu em Natal, aos 52 anos, vítima de câncer de mama. Graduou-se no Recife, nos cursos de filosofia e de medicina, e, em 1957, casou-se com o médico natalense Kerginaldo Trigueiro, seu colega na Faculdade. A família se completou com os nascimentos de Franca, Gustavo e Carla. Os dois primeiros seguiram a profissão dos pais, e a mais nova optou pela área do direito. Muitas pessoas somente conhecem o nome Giselda Trigueiro, porém, não sabem o quanto a vida dessa mulher representou para a medicina do Rio Grande do Norte. Não só para a medicina, mas também para diversas outras atividades, pois ela engrandeceu o cenário humano desta terra, com sua participação efetiva e com sua simpática presença. O único hospital de doenças infecto-contagiosas do Estado tem o seu nome; nada mais justo, porquanto, a essa área de estudos, ela dedicou todo seu empenho de médica exemplar e de sapiente mestra.

Última atualização ( Qui, 07 de Fevereiro de 2019 16:26 ) Leia mais...
 

Augusto Tavares de Lyra

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Períodos Legislativos da Primeira República - 1909-1911

    Augusto Tavares de Lyra
    Nascimento: 25/12/1872
    Natural de: Macaíba   - RN
    Filiação: Feliciano Pereira de Lyra Tavares
                 e  Maria Rosalina de A. Vasconcelos
    Falecimento: 21/12/1958


   Histórico Acadêmico
     Secundário     Ginásio Norte- Rio Grandense. Ginásio Pernambucano
     Superior     Faculdade de Direito

   Cargos Públicos
     Ministro da Justiça e Negócios Interiores.     
     Ministro da Viação e Obras Públicas.     
     Ministro e Presidente do Tribunal de Contas.     
     Ministro da Fazenda - Interino     
     Ministro da Fazenda - Interino     

   Profissões
     Advogado
     Professor(a)
     Jornalista

   Mandatos
     Deputado Estadual  -       1893
     Deputado Federal  -       1894 a 1897
     Deputado Federal  -       1897 a 1899
     Deputado Federal  -       1900 a 1903
     Governador  -       1904 a 1906
     Senador  -       1910 a 1914



   Trabalhos Publicados
     - Apontamentos sobre a questão de limites entre os estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Colaboração de Vicente S. Pereira de Lemos.
     - Natal. a república e o século, 1904. (STF, UnB).
     - Brasil de minha geração: mais de dois decênios de lutas, 1956-1976.
     - RJ. Biblioteca do Exército, 1977. 287 P. Il. Coleção General Benício, 151. (Ministério da Marinha, Estado-Maior da Armada).
     - Centenário do Senado do Império. RJ. Imprensa Nacional, 1926. 65 P. (Senado).
     - Chorografia do Rio Grande do Norte. RJ. Lux, 1924. (UnB).
     - Contratos Administrativos. DF. s.ed. 1941. 190 P. (Ministério da Justiça).
     - Contribuição para a biografia do Imperador, 1840 a 1850. Rio de Janeiro. Mendonça Machado, 1926. 125 P. (Câmara).
     - Domínio Holandês no Brasil. Rio de Janeiro. Tip. J. C., 1915. (UnB).
     - Duas Memórias: Apresentadas ao terceiro Congresso de História Nacional em 1928. Rio de Janeiro. Imprensa Nacional, 1941. 223 P. (UnB e Câmara).
     - Esboço histórico do Regime Eleitoral do Brasil, 1821 A 1921. Rio de Janeiro. Jornal do Comércio, 1922. (Câmara).
     - História do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro. Leuzinger, 1921. 800 P. (Câmara).
     - Instituições Políticas do Império. Introdução de Carlos Tavares de Lyra. Brasília, Senado Federal, 1979. 349 P. Il. Coleção Bernardo Pereira de Vasconcelos, Série Estudos Históricos, 16. (Senado).
     - Os Ministros de Estado da Independência à Republica. Rio de Janeiro. Imp. Nac., 1949. 104 P. (Senado, STF e Câmara).
     - Notas históricas sobre o Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro, Leuzinger, 1978. - Organização Política e Administrativa do Brasil. (Colônia, Império, República). São Paulo. Companhia Editora Nacional, 1941. 286 P. Brasiliana, 202. (Senado, STF, Ministério da Justiça, Câmara e UnB).
     - Questão de limites entre Ceará e Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro. Imprensa Nacional, 1902. (Câmara). - Senador Pedro Velho: conferência realizada no Instituto Histórico Brasileiro, em 21-06-1942. Rio de Janeiro. s.ed., 1942. 23 P. (Câmara).
     - Sinopse histórica da Capitania do Rio Grande do Norte, 1500 a 1800. RJ. Imp. Nac., 1950. 52 P. Dias Passados (Livro de Memórias).
     - Meus colegas de Ministério.
     - Vultos do passado.
     - Alguns aspectos da formação da Política do Brasil.
     - Páginas da vida da República.
     - Senado da República.
     - O Rio Grande do Norte em 1911. Rio de Janeiro. Typ do \'Jornal do Comércio\', 1912. 432 P. Il.
     - Acumulações Remuneradas.
     - As secas do nordeste. Rev. do Instituto. Tomo 85. Rio de Janeiro, 1921.
     - Aspectos econômicos do Rio Grande do Norte. Idem Anterior.
     - Imigração e Colonização. Dicionário do Instituto Histórico. I V.
 

Centenario de nascimento de Alinio Cunha de Azevedo

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Hoje é o centenário de nascimento do meu pai, Alinio Cunha de Azevedo. Nascido em 21.01.1919  e  falecido em 02.02.2003, era natural de Jardim do Seridó (RN), filho de Antônio Antídio de Azevedo e Alice Cunha de  Azevedo. Seu pai foi tabelião público, poeta e trovador, membro da Academia Norteriograndense de Letras, assim como seu sogro, o professor e advogado Francisco Ivo Cavalcanti. Sua mãe Alice, católica praticamente, membro de tradicional família seridoense, filha do coronel Felinto Elysio de Oliveira  Azevedo,  deputado  provincial na Monarquia por dois mandatos e deputado estadual na República por sete mandatos, havido sido presidente da Assembleia Legislativa do Estado e nessa condição, por duas vezes, exerceu na interinidade o Governo do Estado do RN. Era irmão de Max Cunha de Azevedo, professor universitário aposentado e Ednah Cunha de Azevedo, alta funcionária do INPS, já falecida.

Última atualização ( Qua, 23 de Janeiro de 2019 17:27 ) Leia mais...
 

Dinarte de Medeiros Mariz

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Dinarte de Medeiros Mariz (Serra Negra do Norte, 23 de agosto de 1903 — Brasília, 9 de julho de 1984), foi um comerciante e político brasileiro que governou o Rio Grande do Norte entre 1956 e 1961 e influenciou a política local por mais de meio século.
 
Breve Biografia

Filho de Manoel Mariz Filho e Maria Cândida de Medeiros Mariz, Dinarte Mariz foi delegado de polícia em sua cidade natal, trabalhou ainda como agropecuarista e se estabeleceu comerciante de algodão em Caicó onde tomou partido em favor da Aliança Liberal que tinha Getúlio Vargas e João Pessoa como candidatos a presidente e a vice-presidente nas eleições de 1930.

Derrotados pela tradicional aliança entre paulistas e mineiros na tradicional política do café-com-leite e com a conseqüente eleição de Júlio Prestes para a Presidência da República, os liberais refluíram e foram alijados do processo político até que, com o assassinato de João Pessoa em 26 de julho daquele ano catalisou todos os opositores do governo federal na chamada Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas ao poder.

Como reflexo desse evento Dinarte Mariz foi escolhido prefeito de Caicó em 1930, cargo do qual se afastou após dois anos em face de seu apoio ao Movimento Constitucionalista de 1932, o que lhe valeu três prisões no Rio de Janeiro. De volta ao seu estado natal fundou o jornal A Razão e foi um dos fundadores do Partido Popular ao tempo em que prosperavam seus negócios com o algodão. Durante a Intentona Comunista iniciada em Natal à 23 de novembro de 1935, Mariz foi um dos que comandaram a repressão ao levante, recusando-se, contudo, a retornar ao meio político devido a sua oposição ao Estado Novo.

Em 1945 Dinarte Mariz ingressou na União Democrática Nacional (UDN) e nesse mesmo ano foi derrotado na disputa por uma cadeira de senador, fato que se repetiria em 1950. Persistente, teve êxito em 1954 e em 1955 foi eleito governador do Rio Grande do Norte. Durante seu governo foi criada a Universidade do Rio Grande do Norte. Na acomodação das forças políticas que se seguiram, Mariz sofreu uma derrota em 1960 quando o seu candidato a governador foi derrotado por Aluizio Alves, seu outrora aliado. Em 1962 foi eleito para o segundo mandato de senador e apoiou a deposição de João Goulart e a instauração do Regime Militar de 1964 ingressando depois na ARENA sendo reeleito senador em 1970 e reconduzido ao cargo pela via indireta em 1978 por força do Pacote de Abril baixado no ano anterior. Com a reforma partidária decretada em fins de 1979 filiou-se ao PDS embora tenha sido árduo defensor do bipartidarismo e tenha apresentado restrições a Lei da Anistia.

Após sua morte sua cadeira foi ocupada pelo primeiro suplente Moacir Duarte.
 

Períodos Legislativos da Quinta República - 1979-1983


    Dinarte de Medeiros Mariz
    Nascimento: 23/8/1903
    Natural de: Serra Negra   - RN
    Filiação: Manoel Mariz Filho
                 e  Maria Cândida de Medeiros Mariz
    Falecimento: 9/7/1984

Última atualização ( Ter, 26 de Abril de 2011 16:24 ) Leia mais...
 
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