Instituto José Maciel

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CINQUENTENÁRIO DE FALECIMENTO

Written by Administrator On Qua, 24 de Abril de 2019 15:46

Caríssimos amigos, em anexo foto e texto em comemoração

ao Cinquentenário de Falecimento de meu Pai, Alfredo Mesquita Filho.ita

ta.valerio@gmail.com

 

Dia 12 de abril passado fez cinquenta anos do desaparecimento do maior líder político municipal da terra de Auta de Souza. Uma vida pública exercida ao longo de mais de quarenta anos impossível ser memorizada de uma ou duas vezes. Quase sempre fatos isolados ou esquecidos emergem e são lembrados, aqui e acolá, por mentes privilegiadas que ajudam a moldar o perfil de quem já se foi, mas que deixou inesquecíveis lições de vida. Assim foi Alfredo Mesquita Filho, ex-prefeito de Macaíba (três vezes) e ex-deputado Estadual, também por três legislaturas, que nasceu em 23 de maio de 1901.

O traço predominante de sua personalidade era o despreendimento, o despojamento de bens materiais ou vantagens que lhes fossem, porventura, oferecidas. Esse legado grandiloquente de sua vida tive poucas chances de narrá-lo em várias notas biográficas que produzi, principalmente por ocasião do seu centenário de nascimento.

01) Integrava uma prole de seis irmãos herdeiros de um rico patrimônio em fazendas, rebanhos, lojas de tecidos e dinheiro quando sobreveio a morte do seu pai. Como não poderia deixar de ser, ocorreram inúmeras discussões e disputas entre os irmãos pelo espólio. Ao receber o seu quinhão percebeu que dois dos seus irmãos litigavam pessoalmente e na justiça, insatisfeitos pelo que lhes coubera. Numa atitude inusitada, ofereceu “de mão beijada” a sua parte na Loja Natal Modelo aos dois contendores e com isso sepultou a dissensão dos manos José e Vicente Mesquita.{jcomments on}

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RECORDACAO DE UM GRANDE AMIGO

Written by Administrator On Sex, 12 de Abril de 2019 17:12

Alfredo Mesquita Filho ou, como era geralmente chamado, Mesquita, é o quarto filho do casal Alfredo Adolfo de Mesquita, alto comerciante e fazendeiro em Macaíba, neste estado e de Dona Ana Olindina de Mesquita, de prendas domésticas, prima legítima de seu pai.

Conheci Mesquita quando foi residir em Macaíba, pois o mesmo havia chegado de Recife, onde fazia seu curso superior. O seu pai, necessitando de seus serviços na firma comercial, mandou chamá-lo para assumir a gerência da mesma.
Fui trabalhar na firma Alfredo Mesquita & Cia., a maior daquela cidade, onde passei 14 anos.

Morei durante esse tempo em companhia de Mesquita, tendo encontrado no mesmo um verdadeiro irmão, compreensivo, prudente e leal. Nunca houve entre nós a menor discussão ou aborrecimento. Era um verdadeiro líder da rapaziada daquela época, pois sempre havia muitas festas e bailes aos quais comparecia toda a sociedade macaibense, sem distinção de cor política. Também nesses eventos, Mesquita era estimado por todos. Tinha inúmeros amigos, velhos e moços. Daquela época faziam parte das festas e dos bailes, além de minha pessoa, cito os amigos Francisco Cabral da Silva, Manoel Pereira dos Santos e João Meira Lima.

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Cruzeiro F. C. 1953

Written by Administrator On Sex, 29 de Março de 2019 17:01

Time do Cruzeiro F. C. quando foi campeão invicto no Primeiro Torneio Municipal, no ano de 1953. Era Presidente do clube, o saudoso Raimundo, com o técnico Nestor.

Fonte: Acervo Instituto José Maciel (Caxangá)
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Pregos tortos

Written by Administrator On Sex, 29 de Março de 2019 16:09

Nosso complexo de vira-lata, para usar a ex-pressão criada pelo genial Nelson Rodrigues, aquele que conhecia a alma popular brasileira, em nada melhorou na sua evolução genética. Aqui a arte da desqualificação atingiu os píncaros da gló-ria pelo avesso. A cada gestão governamental o trade oficial volta a regurgitar vitórias que a prática desmonta. E ai de que ousar sustentar uma crítica. Acaba com a pecha de pobre invejoso que fala por não ter sido capaz de vencer na vida.Nos últimos dias, o Rio Grande do Norte, por denúncia deste jornal, tem assistido a uma revela-ção que se manteve bem escondida do noticiário: as tarifas cobradas de voos nascido aqui são em média 80% mais caras, em alguns casos chegam a mais de 100%, enquanto nosso trade anda pe-lo mundo a gastar nossos pobres reais. Retorna com as mais imaginárias conquistas que anunciam, quando na verdade se descobre, tempos depois, as malas vazias que trazem de volta. Nosso maior delírio, o que nos fez baixar as alíquotas do querosene para aviação, foi quando surgiu a notícia que a Latan instalaria no aeroporto de Natal o grande e revolucionário Uber, transfor-mando nosso destino num terminal de passageiros e cargas. Algum tempo depois, três companhias estavam instaladas no Ceará, uma nacional e duas internacionais, além de um em Recife. E ficamos a ver navios, aviões, fantasmas, lobisomens e, quem sabe, a besta-fera.

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O MAGNÍFICO

Written by Administrator On Qui, 07 de Fevereiro de 2019 16:24

Se alguém tinha mérito para ser chamado de Magnífico, este era Onofre Lopes da Silva, fundador e primeiro reitor da nossa UFRN. Devo dizer que eu mesmo nunca me senti confortável com o título pomposo estabelecido por decreto federal. Um dia, cheguei a sugerir que o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, então colegiado máximo universitário, pedisse a redução do tratamento. Bastava a designação reitor, aquele que rege, que já exalta muito. Ninguém aceitou a sugestão.

Passei a me divertir com o tratamento. Ao governador Geraldo Melo, que me perguntou se já poderia me chamar de Magnífico, respondi ao amigo que bastava me chamar de formidável. Ganhei dele o apelido de formidável.

Qual o legado do Dr. Onofre? O desafio foi-me dado quando fui chamado pelo presidente da Academia de Medicina (Matias Maciel) na Associação Médica para revelar em uma palestra.

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Reuniao de amigos

Written by Administrator On Qui, 07 de Fevereiro de 2019 15:59

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Honras a Giselda Trigueiro

Written by Administrator On Qui, 07 de Fevereiro de 2019 15:53

Se fosse viva, Giselda Trigueiro teria 85 anos de idade no próximo 18 de fevereiro de 2019. Nasceu em Vila Velha, Ceará, e faleceu em Natal, aos 52 anos, vítima de câncer de mama. Graduou-se no Recife, nos cursos de filosofia e de medicina, e, em 1957, casou-se com o médico natalense Kerginaldo Trigueiro, seu colega na Faculdade. A família se completou com os nascimentos de Franca, Gustavo e Carla. Os dois primeiros seguiram a profissão dos pais, e a mais nova optou pela área do direito. Muitas pessoas somente conhecem o nome Giselda Trigueiro, porém, não sabem o quanto a vida dessa mulher representou para a medicina do Rio Grande do Norte. Não só para a medicina, mas também para diversas outras atividades, pois ela engrandeceu o cenário humano desta terra, com sua participação efetiva e com sua simpática presença. O único hospital de doenças infecto-contagiosas do Estado tem o seu nome; nada mais justo, porquanto, a essa área de estudos, ela dedicou todo seu empenho de médica exemplar e de sapiente mestra.

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Centenario de nascimento de Alinio Cunha de Azevedo

Written by Administrator On Qua, 23 de Janeiro de 2019 17:07

Hoje é o centenário de nascimento do meu pai, Alinio Cunha de Azevedo. Nascido em 21.01.1919  e  falecido em 02.02.2003, era natural de Jardim do Seridó (RN), filho de Antônio Antídio de Azevedo e Alice Cunha de  Azevedo. Seu pai foi tabelião público, poeta e trovador, membro da Academia Norteriograndense de Letras, assim como seu sogro, o professor e advogado Francisco Ivo Cavalcanti. Sua mãe Alice, católica praticamente, membro de tradicional família seridoense, filha do coronel Felinto Elysio de Oliveira  Azevedo,  deputado  provincial na Monarquia por dois mandatos e deputado estadual na República por sete mandatos, havido sido presidente da Assembleia Legislativa do Estado e nessa condição, por duas vezes, exerceu na interinidade o Governo do Estado do RN. Era irmão de Max Cunha de Azevedo, professor universitário aposentado e Ednah Cunha de Azevedo, alta funcionária do INPS, já falecida.

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A lanterna de Diogenes da Cunha Lima

Written by Administrator On Qua, 23 de Janeiro de 2019 16:14

Poeta, escritor e advogado, Diógenes da Cunha Lima realizou-se nas variantes de sua vocação, tornando-se um intelectual respeitado. No entanto, é a sua simples figura humana que me desperta maior admiração. Homem cordial, não apenas afável, acolhedor, mas, principalmente cordial por artes do seu imenso coração novacruzense.

Câmara Cascudo, seu mestre, com quem conviveu de perto, definiu-o numa dedicatória, em livro de sua autoria: “Ao meu querido Diógenes, cuja lâmpada é o coração”. Assim se expressando, Cascudo faz alusão ao filósofo grego Diógenes, discípulo de Aristóteles, que, certa vez, saiu às ruas de Atenas com uma lâmpada em punho, à procura de um homem de bem.

Nosso Diógenes, como está visto, também busca o próximo, ou seja, o concidadão, em sua inteireza, mas, ao invés do seu xará grego, que usou, ironicamente, uma lanterna, Diógenes serve-se do coração…

Nessa permanente cordialidade (do latim – cor, cordis: coração) ele pode até mesmo ir de encontro à razão, isto é, afrontar o que se convenciona ter como certo e justo. Quando, por exemplo, quer fazer algo a favor de uma pessoa amiga, desconhece barreiras, vai em frente, decidido, e só descansa após atingir o seu objetivo. Neste sentido torna-se voluntarioso.

Conheço-o desde os tempos da velha Faculdade de Direito, na Ribeira, onde, por volta de meados da década de 60, eu estudava, e ele, ainda muito jovem, atuava como professor ou monitor – não me lembro bem – no Departamento de Prática Jurídica.

Tenho acompanhando, atentamente, a sua trajetória na Literatura e na Vida Literária do nosso Estado.

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Sao Paulo VI e Santo Oscar Romero

Written by Olimpio Maciel On Seg, 15 de Outubro de 2018 15:46

Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo de Natal

Queridos irmãos e irmãs!    Neste domingo, 14 de outubro, durante a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que acontece desde o dia 3 até o dia 28, o Papa Francisco celebrará a Canonização dos Beatos Paulo VI e Oscar Romero, duas testemunhas da fé do século XX, e luminares dessa mesma fé para o século XXI. O Beato Paulo VI, Papa, nasceu em Concesio, província de Brescia, na Itália, no dia 26 de setembro de 1897. Em 21 de junho de 1963 foi eleito Sumo Pontífice e governou a Igreja até o dia 6 de agosto de 1978, data de sua morte. O Beato Oscar Romero, Arcebispo de San Salvador, em El Salvador, na América Central, nasceu no dia 15 de agosto de 1917, em Ciudad Barrios. Em 25 de junho de 1970 foi nomeado bispo auxiliar de San Salvador e em 1974 transferido para a diocese de Santiago de María. Em 3 de fevereiro de 1977 foi nomeado Arcebispo de San Salvador. Em 24 de março de 1980 foi assassinado quando celebrava a Eucaristia.

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Cleto Souza

Written by Administrator On Ter, 05 de Junho de 2018 16:37

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Dra. Anadil Vieira Roselli

Written by Administrator On Seg, 28 de Maio de 2018 16:30

Anadil Vieira Roselli (Cadeira No. 96)
Membro Titular

Secção de Ciências Aplicadas à Medicina

Cadeira No. 96 - Patrono: Rodolpho Albino Dias da Silva
Eleito: 27/07/1995 - Posse: 13/09/1995 - sob a Presidência de Rubem David Azulay
Saudada por: Francisco Fialho
Antecessor: Onofre Ferreira de Castro
Falecida: 15/04/2012

Nasceu em 9 de dezembro de 1918, em Natal, Rio Grande do Norte.

Filha de Anilda Vieira Roselli e de Alberto Roselli, líder católico, deputado, advogado e jornalista (Diretor do jornal Diário de Natal). Perdeu a mãe antes de completar um ano de idade e foi criada pela tia Maria Cristina. A educação básica primária se fez em casa, com professores particulares. Em 1934, terminado o ginásio, transferiu-se com seu irmão para o Rio de Janeiro.

Em março de 1935, iniciou o curso pré-médico e, em 1936, foi aprovada no exame vestibular. Graduou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil (1941).

Durante o curso médico, frequentou o Serviço de Dermatologia e a Enfermaria de Cirurgia Geral, do Hospital Estácio de Sá, hoje, Hospital da Policlínica Militar. No quarto ano da Faculdade, interessou-se pela Anatomia Patológica, sendo nomeada monitora da disciplina. Em 1941, prestou concurso para Laboratorista Auxiliar e passou em primeiro lugar. Permaneceu nessa função até 1947, quando foi trabalhar no Hospital do Servidores do Estado, recém-inaugurado.

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Dr. Nicola Casal Caminha

Written by Administrator On Seg, 28 de Maio de 2018 16:13

Nicola Casal Caminha (Cadeira No. 45)
Membro Titular

Secção de Medicina
Cadeira No. 45 - Patrono: Olympio Olinto de Oliveira
Eleito: 19/08/1976 - Posse: 09/11/1976 - Sob a Presidência de Edgard Magalhães Gomes
Saudado por: Clementino Fraga Filho
Antecessor: Mario Olinto de Oliveira
Falecido: 06/01/1995

Nasceu em 6 de dezembro de 1910, em Campo Grande (MT).

Filho de Rogelio Casal Caminha e Ana Baptista Caminha.

Graduou-se pela Faculdade de Medicina da UFRJ, em 1934. Especializou-se em Radiologia nos EUA e na Suécia.

Em fins de 1938, foi nomeado médico-assistente da Faculdade Nacional de Medicina. Livre Docente na Escola de Medicina e Cirurgia com a Tese: “Radiologia das Otites Colesteatomatosas” (1943), assunto a que se dedicava desde 1940, quando tinha resolvido especializar-se em Radiologia Otológica, e na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade da Guanabara, com a Tese “A Radiologia dos Tumores Malignos do Rino Faringe”. As duas instituições eram as únicas que possuíam Cadeira de Radiologia no Rio de Janeiro, na época. Esta última, cujo Titular era o Prof. Manoel de Abreu, ficou vaga após o falecimento do mesmo. Todavia, após uma decisão da Congregação, a Cadeira foi extinta, causando grande decepção do Prof. Caminha, que decidiu nunca mais pensar em Cátedra, Concurso ou o que fosse para Professor de Radiologia.

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Dr. Waldemar Kischinhevsky

Written by Administrator On Seg, 28 de Maio de 2018 16:02

Waldemar Kischinhevsky (Cadeira No. 90)
Membro Titular

Secção de Ciências Aplicadas à Medicina
Cadeira No. 90 - Patrono: Oswaldo Gonçalves Cruz
Eleito: 31/05/1990 - Posse: 20/11/1990 - sob a presidência de Jorge Sampaio de Marsillac Motta
Saudado por: Nicola Casal Caminha
Antecessor: Osolando Judice Machado
Falecido: 30/04/2003

Nasceu em 05 de outubro de 1925, no Rio de janeiro (RJ).

Filho de Adolpho Kischinhevsky e Berta Medovedovsky Kischinhevsky.

Graduou-se em Medicina na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 1951. Doutor em Radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professor Titular por concurso público de títulos e provas para a disciplina de Radiologia da UNIRIO; Livre Docente e em Radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A sua capacitação na especialidade o credenciou para o cargo de Professor de Radiologia da Faculdade de Medicina de Petrópolis e Professor Assistente de Radiagnóstico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de janeiro (PUC). Nomeado para o cargo de Decano do Centro de Ciências Biológicas da Saúde da Universidade do Rio de Janeiro, também obteve a indicação para o cargo de Pró-Reitor Acadêmico da mesma Universidade.

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Dr. Luiz Felippe de Queirós Mattoso

Written by Administrator On Qua, 23 de Maio de 2018 15:28

Luiz Felippe de Queirós Mattoso (Cadeira No. 83)
Membro Emérito

Secção de Ciências Aplicadas à Medicina
Cadeira No. 83 - Patrono: Vital Brazil Mineiro da Campanha
Eleito: 29/09/1983 - Posse: 29/11/1983 - sob a presidência de Aloysio de Salles Fonseca
Saudado por Paulo Frederico de Albuquerque
Antecessor: Paulo de Góes
Emérito: 01/09/2016

Acadêmico Luiz Felippe Mattoso passa a Membro Emérito da ANM

Em Sessão realizada na última quinta‐feira (1º), a Academia Nacional de Medicina concedeu o título de Membro Emérito a um de seus mais destacados confrades, o radiologista Felippe Mattoso. A honraria é concedida somente àqueles Membros que completaram 25 anos na qualidade de Membro Titular da instituição, de acordo com o que estabelece o Estatuto da Academia Nacional de Medicina – Capítulo III, Artigo 6º: “Passarão a membros Eméritos os membros Titulares que completarem 25 anos de Academia nesta condição, e que o desejarem, mantendo‐se‐lhes todos os direitos e deveres de Membro Titular”.

Felipe Mattoso tomou posse na Academia Nacional de Medicina em 29 de novembro de 1983, e com 33 anos como Acadêmico Titular solicitou passagem à categoria de Membros Eméritos no dia 01 de setembro de 2016.

O Acadêmico Luiz Felippe Mattoso nasceu na cidade de Rio de Janeiro, em 04 de julho de 1937. Graduou‐se em Medicina em 1961, pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Foi interno do Serviço de Radiologia do Hospital de Clinicas Manoel Quintela da Faculdade de Medicina em Montevidéu, Uruguai, 1961. Foi Residente Médico em Radiologia no Massachusetts General Hospital – Boston, Massachussetts, EUA, de 1962 a 1965. Foi Professor de Radiologia da Faculdade de Medicina de Petrópolis, da Escola Médica de Pós‐Graduação Carlos Chagas e da Universidade do Estado o Rio de Janeiro – UERJ. Chefiou o Serviço de Radiologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto da UERJ e da Clínica Luiz Felippe Mattoso.

Foi um dos pioneiros em Radiologia Intervencionista e de novas modalidades de diagnóstico por imagem (Ussom, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e PET‐CT).

É Membro de diversas instituições, entre as quais: Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; Sociedade Brasileira de Radiologia; Titular do Colégio Brasileiro de Radiologia (por concurso); Sociedade Brasileira de Neuroradiologia; Radiological Society of North America, Honorário da Sociedade Portuguesa de Radiologia; Sociedade Brasileira de Angiologia; Sociedade Brasileira de Nefrologia; Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia de Estado do Rio de Janeiro; Associado do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; “Alumni Association of the Masschusetts General Hospital – Harvard Medical School”. Além de integrar inúmeras Sociedades e Associações médicas nacionais e internacionais, Felippe Mattoso foi homenageado pela Sociedade de Medicina e Cirurgia do Estado do Rio de Janeiro em 2005 como “Médico do Ano”.

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Maria Olímpia e Orlando Ubirajada Ferreira

Written by Administrator On Ter, 15 de Maio de 2018 14:49

Maria Olímpia, Professora
Orlando Ubirajara Ferreira, Dentista

Raimundo Ubirajara de Macedo, macaibense nascido no sítio Jacobina e criado por seus avós, Sr. João e Dona Ana Corcino. Com a transferência de seus pais para a vila de Jundiaí, Ubirajara foi morar com eles, vindo diariamente para Macaíba, assistir às aulas de Auta de Souza.

Hoje, Ubirajara de Macedo é jornalista de renome, tendo passado pelos jornais “A República”, “Tribuna do Norte” e “Diário de Natal”. Ainda pelas emissoras Nordeste e Cabugi. Por algum tempo, militou na imprensa paulista, atuando na Folha de São Paulo e na Rede Piratininga de Rádio. Em 1984, foi eleito Presidente da Cooperativa dos Jornalistas do RN e é figura integrante da Associação Norte-Rio-Grandense de Imprensa-ANI.

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‘Coragem!’, documentário sobre dom Paulo Evaristo Arns, estreia nesta quinta

Written by Administrator On Qua, 21 de Março de 2018 15:28

Dom Paulo Evaristo Arns. FOTO LENA VETTORAZZO /AE

Durante 1h15, filme escrito e dirigido pelo jornalista Ricardo Carvalho exibe o resultado de quatro anos de 'ourivesaria', como ele próprio define a coleta de informações sobre o cardeal morto há um ano, incluindo reportagens, encontros pessoais, fotos, gravações e revelações importantes, entre elas a reunião com o general Médici, presidente no período mais violento dos anos de chumbo.

Estreia nesta quinta-feira, 14, o documentário ‘Coragem! As muitas vidas do cardeal D Paulo Evaristo Arns”, escrito e dirigido pelo jornalista Ricardo Carvalho. A data, 14 de dezembro, marca um ano da morte de Dom Paulo. O documentário poderá ser visto no Espaço Itaú de Cinema em São Paulo, Rio, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Santos. Em São Paulo, o Cine Caixa Belas Artes vai exibir o filme entre os dias 14 e 20.

Durante 1h15, ‘Coragem’ – uma das virtudes do cardeal que enfrentou a ditadura militar – exibe o resultado de quatro anos de ‘ourivesaria’, como o próprio Carvalho define a coleta de informações armazenadas sobre o cardeal, como reportagens, encontros pessoais, fotos, gravações.

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Governador Sylvio Pedroza

Written by Administrator On Seg, 26 de Fevereiro de 2018 16:22

Sílvio Pizza Pedroza (Natal, 12 de março de 1918 — Rio de Janeiro, 19 de agosto de 1998) foi um político brasileiro. Foi prefeito de Natal entre 1946 e 1951, e governador do estado do Rio Grande do Norte entre 16 de julho de 1951 e 31 de janeiro de 1956.

Seu trabalho como prefeito da capital do estado se caracterizou pelo investimento na orla marítima, pela construção da Avenida do Contorno, a oficialização do bairro do Alecrim, e pela integração do bairro das Rocas ao resto da cidade. Assumiu o governo estadual após o acidente aéreo do Rio do Sal, em Sergipe, no qual seu antecessor, Jerônimo Dix-Sept Rosado Maia faleceu.

 FONTE: wikipedia
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Sylvio Pedroza (1918-1998): Cem anos de um visionario

Written by Olimpio Maciel On Seg, 26 de Fevereiro de 2018 15:51

Galã, atleta, político de visão moderna. Sylvio Pedroza (1918-1998) cravou seu nome na história da capital potiguar com obras impensáveis para época em que foi gestor, seja no período à frente da Prefeitura de Natal (1946-1951) ou do Governo do RN (1951-1956). Às vésperas do centenário de nascimento de Sylvio, celebrado dia 12 de março, o VIVER reconta um pouco da história desse administrador público arrojado nas ações e inusitado nos modos de agir.

Em fins da década de 1940, numa visita ao Forte dos Reis Magos na companhia do etnólogo. Anos depois, concedeu a Cascudo o título de Historiador da Cidade do Natal.

Com o fim da 2ª Guerra Mundial, depois de tantas novidades que Natal  vivenciou com a presença das tropas americanas, a capital potiguar ansiava por um gestor municipal que enxergasse longe. Surge então Sylvio Pedroza, 28 anos, porte de galã, estilo refinado de se vestir e se portar, educado entre o Rio de Janeiro e Londres, atleta de tênis e velejador. No entanto, este natalense filho de uma das mais ricas famílias do RN, a Gomes Pedroza, depois de tanto tempo fora da cidade, retorna praticamente como forasteiro. Mesmo assim assume a prefeitura em 1946, a partir da indicação de João Câmara, um dos mais importantes nomes da política local. Era sua estreia na política, contrariando o desejo da família de grande tradição comercial. A desconfiança dos coronéis com relação ao jovem prefeito era grande, mas em pouco tempo Sylvio conquista a simpatia local com sua visão moderna de gestão e obras impensáveis para os natalenses.

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Luiz Romano

Written by Administrator On Ter, 25 de Julho de 2017 16:14

Mais um livro de Luiz Romano. Caboverdense, pariense, homem do deserto, natalense, macaunse, sei mais lá! Cidadão do mundo. Pátria de todos. Homem universal no seu fabuloso e sincero amor pela humanidade. Sua aventura humana é um prodigioso espanto de aventura. Linguas, pessoas, paisagens. Sede nos olhos e na alma de conhecer o grande mundo de Deus. Suas terras e águas. Seus altos céus incandescentes ou frios. E o coração ávido de buscar o outro irmão, branco ou negro, vermelho ou amarelo. O homem na verticalidade infinita que busca, as vezes, mais que um deus somente. O Homem semente a despontar numa folhagem basta, diversa, a ter que se comunicar, se fazer uma copa de árvore enorme cobrindo a terra de todos.

Luiz Romano, agora, vem com novo livro. Nova mensagem. Poderia escrever sobre o branco da primeira folha, os versos de Régio: “Não sei para onde vou / não sei por que vou. / Sei que não vou por aí!”

Sabe que não deve e nem pode parar. Quer acima dos ventos erradios dessa tormenta dos dias presentes fazer com seus irmãos todos. Abrir-lhes um caminho onde todos passavam e a ventura da vida ou aventura, seja no rastro de astros caídos ou passos de viajantes, um mundo novo a construir sobre escombros.

“Que vale chorar sobre ruínas?”

“Clima” – seu livro, diz da sua alma fabulosa, com todos os espantos que viu, incompreensões que provou, os solitários acampamentos de um povo errático e pernumbroso; alma que apenas e tão somente precisa saber que tem ao seu lado um irmão. E com o milagre desta descoberta, reconstruir a Casa, que tendo muitas moradas , como no Evangelho, caberá todos.

Mas, Luiz Romano, tem muito mais. Tem a ser conhecido e sentido nas grandes medidas da sua amizade. E ouvir-lhe os causos todos, estórias, viagens. Alma transbordante de marinheiro, Romano conhece as sete partidas de meu Deus. Seus portos, os vinhos, os quentes licores, céus e luas, os finos estrelários, pólos, rios e águas de mar. Ler “Clima” é conhecê-lo grande parte. Ele, que à maneira de Exupery, poderia chamar a noite de morada...

Newton Navarro - 08/11/1963

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Laly Carneiro Meignan

Written by Administrator On Ter, 25 de Julho de 2017 15:41

  • 1965 – Formou-se em medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Norte.
  • 1966 – Laly Carneiro é auto-exilada na França.
  • 1967 – Conhece um conde francês com quem se casa e automaticamente recebe o título de condessa.
  • 1969 – Foi escolhida assistente substituta no Hospital Bicetre, na França, onde exerce o cargo até 1973.
  • 1975 – Foi nomeada médica responsável pela Unidade de Reanimação do Centro Hospitalar Saint Anne.
  • 1979 – Foi nomeada Chefe do Serviço de Anestesia-Reanimação do Centro Hospitalar Saint Anne.

TÍTULOS E CONDECORAÇÕES

  • Membro da Academia Européia de Anestesia.
  • Membro da Associação de Neuroanestesia-reanimação de Língua Francesa.
  • Membro da Sociedade Francesa de Anestesia, Analgesia e Reanimação.
  • Membro do Conselho de Administração da Associação Internacional de Anestesia-reanimação de Expressão Francesa.
  • Vice-presidente do Colégio Nacional dos Pacientes Hospitalares em regime de tempo integral dos hospitais não universitários da França.
  • Membro do Who‘s Who In The World (Quem é Quem no Mundo).
  • Condecorada com a Cruz "Pro Mérito Melitense", da Ordem Militar e Hospitalar de Malta.
  • Considerada medica expert em anestesiologia pela diretoria de farmácia e do medicamento do Ministério da Saúde da França.

 

1965 – Formou-se em medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Norte.

1966 – Laly Carneiro é auto-exilada na França.

1967 – Conhece um conde francês com quem se casa e automaticamente recebe o título de condessa.

1969 – Foi escolhida assistente substituta no Hospital Bicetre, na França, onde exerce o cargo até 1973.

1975 – Foi nomeada médica responsável pela Unidade de Reanimação do Centro Hospitalar Saint Anne.

1979 – Foi nomeada Chefe do Serviço de Anestesia-Reanimação do Centro Hospitalar Saint Anne.

TÍTULOS E CONDECORAÇÕES

Membro da Academia Européia de Anestesia

Membro da Associação de Neuroanestesia-reanimação de Língua Francesa

Membro da Sociedade Francesa de Anestesia, Analgesia e Reanimação

Membro do Conselho de Administração da Associação Internacional de Anestesia-reanimação de Expressão Francesa

Vice-presidente do Colégio Nacional dos Pacientes Hospitalares em regime de tempo integral dos hospitais não universitários da França

Membro do Who‘s Who In The World (Quem é Quem no Mundo)

Condecorada com a Cruz "Pro Mérito Melitense", da Ordem Militar e Hospitalar de Malta.

Considerada medica expert em anestesiologia pela diretoria de farmácia e do medicamento do Ministério da Saúde da França.

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Honras a Ernani Rosado

Written by Administrator On Ter, 25 de Julho de 2017 15:22

A morte de um amigo sempre desperta uma amarga emoção de perda. À medida que a idade avança, o ser humano sente aumentar a lista de pessoas ligadas pelo afeto e pelo bem-querer que partiram para a eterna viagem. Mesmo com a repetição desses eventos tristes, ao longo do tempo, mesmo com a lembrança das palavras do Eclesiastes, quando diz haver tempo de nascer e tempo de morrer, a sensação de desalento é inevitável, face à perda de alguém da nossa afeição. É o caso da morte recente do colega e amigo Ernani Rosado. Todos os seus muitos amigos, solidários à profunda dor da família, com certeza viveram e ainda vivem o choque da notícia inelutável, já envoltos na saudade de um convívio fraterno, ameno, inteligente e afável, que a sua presença era capaz de despertar. E os seus clientes, aqueles que tiveram a vida prolongada graças aos seus sábios cuidados médicos, graças aos seus precisos e hábeis manejos de um bisturi? E os seus ex-alunos, aqueles que receberam lições de um verdadeiro mestre da medicina, não somente no âmbito da ciência, mas também nos ditames da arte e do humanismo? Estão todos abalados, no lamento sincero nascido da estima, do respeito e da gratidão.

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O Porto de Macaiba

Written by Administrator On Ter, 25 de Julho de 2017 15:06

Ali por metade do século passado, chegou às margens do Jundiahy, um pernambucano corajoso e empreendedor, a quem a precariedade dos negócios na cidade de Goyanna, obrigou a emigrar em busca de terra mais propícia. Essa terra foi o Arrayal de Coité, por ele fundado na margem esquerda daquele rio, cuja crescente prosperidade elevou-o a categoria de vila, já então com o nome de Macahyba, actualmente a velha cidade despojada de uma situação opulenta no comércio e na política.

Esse pernambucano foi o major Fabrício Gomes Pedroza. Na escolha daquele local há a considerar a visão do homem inculto, mas seguro na sua intuição. Não foi a esmo que ele se fixou naquele ponto. Antes de o fazer considerou as condições de distância do sertão, salubridade do logar, suprimento de água potável, via de comunicação constante e barata, sem o que sua corajosa iniciativa não poderia ter êxito.

Fixar-se em Natal, seria distanciar-se do interior longínquo, cidade aquele tempo de acesso penoso por via terrestre, devido ao extenso areial inacessível aos comboios que transportavam os pesados produtos da lavoura sertaneja.

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Residencia do Sr. Olympio Jorge Maciel

Written by Olimpio Maciel On Qua, 07 de Junho de 2017 15:48

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II Centenario dos os Martires Republicanos de 1817

Written by Administrator On Seg, 03 de Abril de 2017 16:31

Instituto José Maciel, em Macaíba, homenageia o II Centenário dos os Mártires Republicanos de 1817, Padre Miguelinho e André de Albuquerque Maranhão.

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Lembrancas abstratas

Written by Administrator On Seg, 03 de Abril de 2017 16:16

Fazia tempo, eu nem lembrava mais. É verdade que a memória, feito gavetão de cômoda de família, ainda guardava alguns traços, uns restos de olhar. Fazia tempo, repito. Afinal as lembranças são como as tardes das fotografias em porta-retratos sobre a mesa da sala. São tardes eternas.

E eu estava ali, mergulhando na cerveja um pouco da minha pobre liberdade de abandonar o regime e gritar, como um louco, abaixo os carboidratos, acima os doces. Poderia ter ficado ainda mais ou ter saído, mas acontece que a cena era absolutamente inesperada. E os acenos, os acenos, os acenos.

Fico olhando os candidatos ao namoro e vejo que o IBGE tem razão: há muito mais mulheres que homens na noite de Natal, que não é feliz, nem natalina. Que as nossas noites são mornas, lá isso eu sei. E posso assegurar, passada a visão e reconstituída a memória, que a noite de Natal não tem visões.

E nas minhas tardes eternas, quando revejo e revisito meus porta-retratos, termino quase sempre na direção do mar. Minha plena certeza de imensidão, minha cena perfeita que nunca apaga, a não ser as janelas fechadas porque adormeceram com o canto dos últimos bêbados, dos bem aventurados bêbados, segundo Dailor.

Fico assim a mexer nas coisas todas que estão nas gavetas. As fotografias, os álbuns, os recortes. Sim, os recortes de jornal. São como marcas, estações. Umas náufragas, como disse o poeta. Outras, as puras e simples estações de sonhos, onde não é proibido desejar nada, quase nada.

Todos nós temos um plano mágico, uma cidade absolutamente mágica. Como os pescadores que ouvem sereias e nunca revelam suas moradas. Como os agricultores que encontram medusas nas florestas e nos bosques, mas sempre retornam como se nada tivesse acontecido, como se a vida andasse a vagar na escuridão.

Daí a minha coleção de sonhos, as minhas pequenas lembranças. Não de muito tempo, que as emoções duram o tempo do gosto, do trago do cigarro, do uísque, do conhaque quente salvando alma dos calafrios das noites. E dos fracassos, frios fracassos que encheram poemas e transbordaram boleros imensos.

Quando venci a noite e cavalguei a madrugada, dei com as emoções numa mesa de restaurante. E lá, a o sabor de conversas entre amigos, fui surpreendido pelo piano de Waldemar Ernesto acompanhando, sem querer e sem saber por que, todas as minhas lembranças. Naquela hora, ainda pensei em distribuir estrelas e embriagar-me de canções.{jcomments on}

Por: Vicente Serejo
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Reconstituo, em imaginação, os espaços ensolarados, o perfil das casas humildes, a forma espectral das pessoas interioranas que povoam tranqüilas e displicentes, universo urbano da cidade de macaíba do tempo em que eu menino a conheci. Meu avô Olympio Jorge Maciel, é quase uma figura lendária par os meus olhos encantados. Acompanho com amor os movimentos do seu rosto em que há uma profunda sabedoria humana, uma doçura compreensiva de quem conhece as fraquezas do seu semelhante e está disposto a perdoar, uma segurança humilde, uma força moral sem ostentação ou prepotência. Um homem integro de palavra firme, de compromissos invioláveis, amigo dos amigos em quaisquer horas, predisposto ao sacrifício da solidariedade mais indobrável, insubornável, inabalável, na defesa de seus princípios e convicções. Vejo-o a me olhar e em seus olhos leio o segredo de todos os mistérios existenciais: a dedicação ao trabalho, a lealdade à família, a fé espiritual, a personalidade marcante, o caráter afirmativo, a capacidade, disfarçada pelo pudor, de querer bem e de fazer o bem instintamente, mesmo a possíveis inimigos gratuitos, apenas por respeito e por amor ao próximo. Haverá outro sentido para a vida além daquele que resulta da decisão de assumir um compromisso existencial de dignidade, de indisposição, de valorização complexa e contraditória e, no entanto, sagrada, criativa, grandiosa condição humana? Leia mais...

‘Coragem!’, documentário sobre dom Paulo Evaristo Arns, estreia nesta quinta

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Dom Paulo Evaristo Arns. FOTO LENA VETTORAZZO /AE

Durante 1h15, filme escrito e dirigido pelo jornalista Ricardo Carvalho exibe o resultado de quatro anos de 'ourivesaria', como ele próprio define a coleta de informações sobre o cardeal morto há um ano, incluindo reportagens, encontros pessoais, fotos, gravações e revelações importantes, entre elas a reunião com o general Médici, presidente no período mais violento dos anos de chumbo.

Estreia nesta quinta-feira, 14, o documentário ‘Coragem! As muitas vidas do cardeal D Paulo Evaristo Arns”, escrito e dirigido pelo jornalista Ricardo Carvalho. A data, 14 de dezembro, marca um ano da morte de Dom Paulo. O documentário poderá ser visto no Espaço Itaú de Cinema em São Paulo, Rio, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Santos. Em São Paulo, o Cine Caixa Belas Artes vai exibir o filme entre os dias 14 e 20.

Durante 1h15, ‘Coragem’ – uma das virtudes do cardeal que enfrentou a ditadura militar – exibe o resultado de quatro anos de ‘ourivesaria’, como o próprio Carvalho define a coleta de informações armazenadas sobre o cardeal, como reportagens, encontros pessoais, fotos, gravações. Leia mais...

 
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