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A história da feminista que ousou ensinar ciências às meninas no século 19

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Nascida em 1810, no Rio Grande do Norte, ela foi uma das primeiras pessoas a defender, em um período em que a educação era elitista e essencialmente masculina, que as mulheres também tivessem uma formação completa.

Por isso, em 1838, abriu uma escola para meninas que ensinava a ler, escrever e costurar, como era comum na época, mas também ciência, história, geografia e línguas. O Colégio Augusto, como era chamado, funcionou por 18 anos.

Nísia Floresta também escreveu livros, nos quais defendeu o direito das mulheres à educação. “As mulheres serem consideradas seres inteligentes, capazes de raciocinar, serem donas do seu pensamento, serem capazes de formular ideias. Isso era absolutamente revolucionário”, explica a professora Constância Lima Duarte, da UFMG, que escreveu sobre a educadora.

Até o fim de julho o Folha na Sala leva ao ar episódios especiais sobre a história de educadores que impactaram e mudaram o modo como se ensina hoje. A série vai ao ar sempre às quintas e estará disponível em todas as plataformas de podcast e no site da Folha.

Por: folha.uol.com.br
 
 Natal/RN - Brasil,