Instituto José Maciel

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Os 100 anos do Hospital Universitário

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               A assistência médico-hospitalar na capital do Rio Grande do Norte, no principio do século passado era prestada unicamente no Hospital de Caridade, chamado de Salgadeira, no lugar onde hoje funciona a Casa do Estudante. Fora criado pelo presidente Passos, por volta de 1856 para enfrentar uma epidemia de peste que assolou a capitania. No pacote foi construído o cemitério do Alecrim com a proibição do enterro de pessoas no chão das capelas e igrejas. O hospital recebera o nome de Salgadeira por haver sido construído no lugar de uma antiga feira de carnes salgadas, um arremedo de arquitetura de um hospital. – Não era um estabelecimento modelar, mas um depósito de doentes desenganados, moribundos e pestilentos que as famílias abandonavam à própria sorte. Um prático de enfermagem funcionava como anjo da guarda, muito mais ajudando a morrer do que a curar. – (ARAUJO, iaperi. História da Faculdade de Medicina). Era dirigido pelo médico Pedro Soares com o auxilio dos doutores Afonso Barata e Segundo Wanderley.
               A situação do hospital era tão critica, que os próprios médicos do corpo clínico, no final de 1905 pediram ao governador Alberto Maranhão a sua desativação, o que foi feito em beneficio dos próprios doentes.

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Um Hospital Centenário

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O livro História da Cidade do Natal, de Câmara Cascudo, registra que o Governador Alberto Maranhão, criou, em 21 de agosto de 1909, um novo hospital, para substituir o Hospital da Caridade, primeiro nosocômio de Natal.

Uma residência de sua propriedade, no monte Petrópolis, foi adaptada e recebeu o nome de Hospital Juvino Barreto, numa homenagem a um homem, industrial e filantropo, considerado um “modelo de bondade e altruísmo” (SARINHO, 1988).

Em 12 de setembro de 1909, com18 leitos, o hospital foi inaugurado. A direção foi entregue ao Dr. Januário Cicco que também atendia a todos os casos dos doentes hospitalizados, inclusive parturientes, já que a cidade não tinha maternidade, além dos pacientes que vinham ao ambulatório, o único que existia na cidade (SARINHO, 1988; ARAÚJO, 2007).

Com a demanda de pacientes cada dia maior e o número de leitos insuficientes, com a ajuda da subvenção que recebia do Estado e algumas economias, o diretor ampliava o espaço físico e construía novas instalações, destinadas aos poucos pacientes particulares.

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Maternidade Escola Januário Cicco

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Fundada em 18 de março de 1928 e só inaugurada em 12 de fevereiro de 1950, a Maternidade hoje é referencia em alta complexidade para o Rio Grande do Norte.

Sonho do médico Januário Cicco, a Maternidade Escola foi planejada desde quando foi reformada a antiga casa de veraneio do Governador Alberto Maranhão, no alto do monte de Petrópolis, de onde se descortinava o mar, para se transformar no Hospital de Caridade em 1909.

No Hospital foi criada uma enfermaria para Obstetrícia sob os cuidados do Dr. Januário Cicco, por sinal único profissional da Medicina a clinicar no Hospital até 1917.

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Hospital Infantil Varela Santiago

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Fruto do trabalho voluntário e da dedicação do Dr. Manuel Varela Santiago Sobrinho, o hospital completa 92 anos e é referência em tratamentos de média e alta complexidade na área de pediatria.

Em 12 de outubro de 1917, numa das salas de sua residência, à Rua da Conceição nº 593, o Dr. Manuel Varela Santiago Sobrinho, que retornara de uma viagem à Europa, onde se especializara em pediatria, iniciou o atendimento médico a crianças carentes, em regime ambulatorial, contando ainda, com uma unidade laboratorial e farmacêutica, para melhor atender aos pequenos doentes.

Deste modo nasceu o Instituto de Proteção e Assistência à Infância do Rio Grande do Norte, tendo como finalidade “prestar assistência médico-social gratuita à infância desamparada, sem distinção de credo político ou religioso ou qualquer preconceito de raça ou de cor”, se caracterizando como uma instituição, verdadeiramente, filantrópica sem auferir lucros para distribuição de dividendos aos seus associados.

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