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PAULO MACEDO - DA ARTE DE FALAR BEM

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Certa figura do socialite potiguar, muito orgulhoso da sua ascendência, da singular estirpe que lhe emprestava o pomposo nome composto, informava a Paulo Macedo que os seus ancestrais desde há cento e cinqüenta anos participavam da vida sócio-política e econômica do Rio Grande do Norte. Relatava esse fato na expectativa de que o colunista noticiasse essa invejável marca histórica em favor de tão ilustre família.

Paulo ouviu o relato atentamente, como é da sua natureza e, quando o interlocutor fez-se mudo para aguardar as palavras elogiosas do jornalista, ouviu, de fato, outra revelação – a de que os fenícios, ancestrais do colunista, cujo pai é sírio, tiveram origem há cinco mil anos.

O meu então companheiro de Rotary, transmitiu a desconcertante notícia sem afetação nem malícia, apenas registrando com naturalidade a ancianidade da sua linha de sucessão. O quase-nobre engoliu a bebida e a lição de humildade e mudou de assunto.

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Lembrando Paulo Macedo

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Perdemos Paulo Macedo, falecido domingo, 05, nome marcante no jornalismo potiguar - notadamente no colunismo social - que exerceu por seis décadas em vários veículos (jornal, rádio, televisão). Além de animador social e cultural, Paulo ocupou cargos públicos. Foi secretário de Turismo de Natal e presidente da Fundação José Augusto, assessorou governos, começando na administração do prefeito Djalma Maranhão, do qual foi oficial de gabinete.  Djalma foi quem abriu as porteiras de Natal para a vitoriosa trajetória de Paulo, atendendo pedido de um chefe político de Patu, onde Paulo (que se chamava Isaac Miro Faheina), vindo do Ceará, atuava como locutor numa amplificadora local. O seu sonho era ser locutor de uma rádio na capital, para ser ouvido por todo o Estado. Isso foi nos meados dos anos de 1950.
Meus primeiros papos com Paulo foram na redação da Folha da Tarde (que sucedeu ao “Jornal de Natal”, de Café Filho), anos de 1955, 56 (lá se vão 64 anos), onde ele assinava uma coluna sobre rádio, início de sua carreira por estas bandas daqui. O jornal era dirigido por Djalma Maranhão e tinha como secretário o poeta Oliveira Júnior.  Ficava na avenida Rio Branco quase parede meia com o Mercado da Cidade Alta, onde hoje funciona a agência do Banco do Brasil. Na redação, nomes como Guaraci Queiroz, Carlos Lima, Paulo Oliveira, Jaime Wanderley, Chagas de Oliveira. Às vezes aparecia Ticiano Duarte. Paulo já havia conseguido o seu sonho de ser locutor de uma rádio. No caso, a Rádio Nordeste, inaugurada em setembro de 1954.
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A história da feminista que ousou ensinar ciências às meninas no século 19

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Nascida em 1810, no Rio Grande do Norte, ela foi uma das primeiras pessoas a defender, em um período em que a educação era elitista e essencialmente masculina, que as mulheres também tivessem uma formação completa.

Por isso, em 1838, abriu uma escola para meninas que ensinava a ler, escrever e costurar, como era comum na época, mas também ciência, história, geografia e línguas. O Colégio Augusto, como era chamado, funcionou por 18 anos.

Nísia Floresta também escreveu livros, nos quais defendeu o direito das mulheres à educação. “As mulheres serem consideradas seres inteligentes, capazes de raciocinar, serem donas do seu pensamento, serem capazes de formular ideias. Isso era absolutamente revolucionário”, explica a professora Constância Lima Duarte, da UFMG, que escreveu sobre a educadora.

Até o fim de julho o Folha na Sala leva ao ar episódios especiais sobre a história de educadores que impactaram e mudaram o modo como se ensina hoje. A série vai ao ar sempre às quintas e estará disponível em todas as plataformas de podcast e no site da Folha.

Por: folha.uol.com.br
 

Fotografia de Olympio Jorge Maciel e sua esposa Ellen Maciel.

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Olympio Maciel nasceu em 14 de maio de 1886, na cidade de Limoeiro (Pernambuco). Era filho de Antônio Jorge Maciel e de Águida Amélia Luna. Mudou-se para Macaíba ainda jovem. Casou com Ellen Esmeraldina de Mesquita, em 20 de dezembro de 1908. Foi comerciante; fundou a Firma Olympio Jorge Maciel & Cia, beneficiamento de algodão e a firma E. Maciel de fornecimento de energia elétrica; Agropecuarista, fazenda Arapiranga, vizinho a fazenda Uberaba, do tio Alfredo Mesquita Filho; representante do empresário Jaime Quintas Peres.

Por: Valério Mesquita
 
 Natal/RN - Brasil,