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Boate Arpege - Natal - 1941

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Boate Arpege | Natal | 1941

 

Medalha Alberto Maranhao

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Treze personalidades do Rio Grande do Norte receberam, ontem, a Medalha Alberto Maranhão. O titulo foi entregue no auditório da Secretaria Estadual de Educação e Cultura. A comenda foi instituída em 1959, na administração Aluizio Alves. O ex-governador, inclusive, foi um dos homenageados e recebeu a homenagem das mãos do governador Garibalde Filho.

Também foram agraciados com a medalha Alberto Maranhão, o artista plástico Abraham Palatinik; a professora Consatância Lima Duarte; o arcebispo metropolitano de Natal, Dom Heitor araújo Sales; o ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Francisco Fausto Paula de Medeiros; o professor Hélio Dantas; o professor Vingt-un Rosado Maia; o jornalista João Ururahy Nunes; o ex-governador Cortez Pereira; o médico Olimpio Jorge Maciel; o advogado Paulo de Tarso Fernandes; o historiador Raimundo Soares; e o professor Tarcísio Natividade Medeiros.

 

A lanterna de Diogenes da Cunha Lima

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Poeta, escritor e advogado, Diógenes da Cunha Lima realizou-se nas variantes de sua vocação, tornando-se um intelectual respeitado. No entanto, é a sua simples figura humana que me desperta maior admiração. Homem cordial, não apenas afável, acolhedor, mas, principalmente cordial por artes do seu imenso coração novacruzense.

Câmara Cascudo, seu mestre, com quem conviveu de perto, definiu-o numa dedicatória, em livro de sua autoria: “Ao meu querido Diógenes, cuja lâmpada é o coração”. Assim se expressando, Cascudo faz alusão ao filósofo grego Diógenes, discípulo de Aristóteles, que, certa vez, saiu às ruas de Atenas com uma lâmpada em punho, à procura de um homem de bem.

Nosso Diógenes, como está visto, também busca o próximo, ou seja, o concidadão, em sua inteireza, mas, ao invés do seu xará grego, que usou, ironicamente, uma lanterna, Diógenes serve-se do coração…

Nessa permanente cordialidade (do latim – cor, cordis: coração) ele pode até mesmo ir de encontro à razão, isto é, afrontar o que se convenciona ter como certo e justo. Quando, por exemplo, quer fazer algo a favor de uma pessoa amiga, desconhece barreiras, vai em frente, decidido, e só descansa após atingir o seu objetivo. Neste sentido torna-se voluntarioso.

Conheço-o desde os tempos da velha Faculdade de Direito, na Ribeira, onde, por volta de meados da década de 60, eu estudava, e ele, ainda muito jovem, atuava como professor ou monitor – não me lembro bem – no Departamento de Prática Jurídica.

Tenho acompanhando, atentamente, a sua trajetória na Literatura e na Vida Literária do nosso Estado.

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Dalia Mendonca

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