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II Guerra Mundial

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Almino Affonso

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Patrono da cadeira nº 9, da Academia Norte-riograndense de Letras, em 1918, seu nome foi dado à antiga povoação de ‘Caeira’, posteriormente desmembrada do município de Patú e elevada à categoria de cidade, através da Lei Estadual nº 912, de 24 de novembro de 1953.

Períodos Legislativos da Primeira República - 1897-1899

    Almino Alvares Affonso
    Nascimento: 17/4/1840
    Natural de: Sítio Coroatá   - PA
    Filiação: Francisco Manoel Alvares Affonso
                 e  Luiza Candida Teles de Menezes
    Falecimento: 13/2/1899


   Histórico Acadêmico
     Secundário     
     Direito     Faculdade de Direito

   Cargos Públicos
     Promotor em Guarabira     
     Secretário de Estado     
     Procurador Fiscal e Procurador dos Feitos da Fazenda     

   Profissões
     Jornalista
     Professor(a)
     Escritor
     Advogado
     Servidor Público
     Historiador

   Mandatos
     Vereador  -       
     Deputado Federal  -       1890 a 1894
     Senador  -       1894 a 1899

   Homenagens Recebidas
     - Como homenagem seu nome foi dado a um dos municípios do Rio Grande do Norte.


   Trabalhos Publicados
     - Os Rodrigões do Império, ou caracter da única Monarquia Americana. Ceará, s.ed. 1886. 203 P. (Senado).
     - Uma nota sobre os quebra-quilos da Parahyba do Norte. Fortaleza, 1875. Escrito com o pseudônimo de Philopoomen.
     - \'Eu\', poemas de fundo lírico e sentimental.
     - Romulo wanderley divulgou diversos versos de Almino Affonso em panorama da poesia norte-rio-grandense\', \'Musa da História\', dedicados ao Imperador. e \'Crítica Terrível a Pedro II\' por não ter comparecido ao sepultamento do Visconde de Rio Branco.

Sylvio Pedroza (1918-1998): Cem anos de um visionario

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Galã, atleta, político de visão moderna. Sylvio Pedroza (1918-1998) cravou seu nome na história da capital potiguar com obras impensáveis para época em que foi gestor, seja no período à frente da Prefeitura de Natal (1946-1951) ou do Governo do RN (1951-1956). Às vésperas do centenário de nascimento de Sylvio, celebrado dia 12 de março, o VIVER reconta um pouco da história desse administrador público arrojado nas ações e inusitado nos modos de agir.

Em fins da década de 1940, numa visita ao Forte dos Reis Magos na companhia do etnólogo. Anos depois, concedeu a Cascudo o título de Historiador da Cidade do Natal.

Com o fim da 2ª Guerra Mundial, depois de tantas novidades que Natal  vivenciou com a presença das tropas americanas, a capital potiguar ansiava por um gestor municipal que enxergasse longe. Surge então Sylvio Pedroza, 28 anos, porte de galã, estilo refinado de se vestir e se portar, educado entre o Rio de Janeiro e Londres, atleta de tênis e velejador. No entanto, este natalense filho de uma das mais ricas famílias do RN, a Gomes Pedroza, depois de tanto tempo fora da cidade, retorna praticamente como forasteiro. Mesmo assim assume a prefeitura em 1946, a partir da indicação de João Câmara, um dos mais importantes nomes da política local. Era sua estreia na política, contrariando o desejo da família de grande tradição comercial. A desconfiança dos coronéis com relação ao jovem prefeito era grande, mas em pouco tempo Sylvio conquista a simpatia local com sua visão moderna de gestão e obras impensáveis para os natalenses.

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Amaro Bezerra Cavalcanti

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Formado em Direito em 1881 pela Universidade de Albany Estados Unidos da América do Norte. Exerceu no Ceará a advocacia; Senador pelo Rio Grande do Norte (1890-1891). Com a Proclamação da República foi nomeado Vice-Governador do Rio Grande do Norte. Mais tarde aceitou o posto de Ministro Plenipotenciário no Paraguai. Foi Ministro da Justiça (1897-1898); Consultor Jurídico do Ministro do Exterior (1905-1906). Em 1906 foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal cargo no qual se aposentou em 1914. Representou o Brasil na Conferência Financeira Panamericana em Washington em 1915. De 1917 a 1918 foi Prefeito do Distrito Federal. Juiz do Tribunal Arbitral de Haia como Delegado do Brasil (1917). Fundador e Primeiro Presidente da Sociedade de Direito Internacional; Membro honorário do Instituto dos Advogados; Sócio benemérito do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; Sócio honorário do Instituto Histórico do Rio Grande do Norte; Professor de Finanças da Academia de Altos Estudos. Na pasta Fazenda não pôde executar o seu programa pelo falecimento do Presidente eleito Rodrigues Alves por quem fora convidado. Consideraram-no grande conhecedor dos problemas econômicos e financeiros do Brasil. Na sua bibliografia destaca-se o seguinte:- Finances du Brésil. Paris 1889.- Resenha financeira do ex-Império do Brasil em 1889. Rio de Janeiro Imp Nacional 1890.- A reforma monetária. Projetos números 3 e 27 do Senado. Rio de Janeiro Imp.Nacional 1891.- Política e finanças. Rio de Janeiro Imprensa Nacional 1892.- 0 meio circulante nacional. Rio de Janeiro Imprensa. Nacional 1893.- Elementos de finanças. Estudo teórico e prático. Rio de Janeiro 1896.- Tributação constitucional. Rio de Janeiro 1896- Taxas protetoras nas tarifas aduaneiras. Rio de Janeiro 1903.- A vida econômica e financeira do Brasil. Rio de Janeiro Imprensa Nacional- 1915. /Conferência pronunciada na Biblioteca Nacional em 5 de setembro de1914/- Natureza e forças econômicas do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro.- Tipografia da Revista dos Tribunais 1916.- Imposto de exportação Isenções de direito Ministério da Justiça e Negócios Interiores. Notícia histórica dos serviços instituições e estabelecimentos pertencentes a esta repartição. Publicação oficial. Rio de Janeiro 1898.


Períodos Legislativos da Primeira República - 1890-1891

    Amaro Bezerra Cavalcanti
    Nascimento: 15/8/1849
    Natural de: Caicó   - RN
    Filiação: Amaro Soares Cavalcanti de Brito
                 e  Ana de Barros Cavalcanti
    Falecimento: 28/1/1922


   Histórico Acadêmico
     Secundário     
     Direito     Escola de Direito da Union University

   Cargos Públicos
     Diretor do Liceu do Ceará     
     Inspetor Geral de Instrução Pública     
     Presidente da Companhia de Navegação do Rio das Velhas     
     Ministro Plenipotenciário no Paraguai     
     Diplomata     
     Ministro do Supremo Tribunal Federal     
     Ministro da Fazenda     
     Ministro do Interior     
     Ministro da Justiça e Negócios Interiores     

   Profissões
     Industrial
     Escritor
     Advogado
     Professor(a)

   Mandatos
     Senador  -       1890 a 1891
     Senador  -       1891 a 1893
     Prefeito  -       1917 a 1918
     Deputado Federal  -       1897 a 1897
     Vice-governador  -       

   Homenagens Recebidas
     Foi homenageado pela Prefeitura do DF sendo dado o seu nome a um logradouro público, no Meyer, por decreto nº 1.296 de 21/11/1918 e uma escola técnica secundária.


   Trabalhos Publicados
     - A Religião; Ceará, 1874.
     - A Meus Discípulos. Polêmica, Ceará, 1875.
     - Livro Popular. Nova York, 1881.
     - Educação Elementar Nos EUA. Ceará, 1881.
     - Notícia Cronológica da Educação Popular no Brasil, 1883.
     - Ensino Moral e Religioso. RJ, 1883.
     - Meio de desenvolver a instrução primária nos municípios rurais. Rio, 1884.
     - The Brazilian Language And Its Aglutination. 1884.
     - Finances du Brésil. Paris, 1889.
     - Resenha financeira do ex-império, RJ, 1890.
     - Projeto de constituição de um estado, 1891.
     - Reforma monetária e bancária. RJ. 1891.
     - Política e finanças. RJ, 1892.
     - Meio circulante nacional. RJ, 1893.
     - A situação política ou a intervenção do Governo Federal nos Estados da União. RJ, 1893.
     - Elementos de finanças. RJ, 1896.
     - Tributação constitucional. Rio, 1896.
     - Regime Federativo. RJ, 1900.
     - Unidade do direito processual. Congresso Jurídico americano. RJ, 1901
     - Direito das obrigações. rel. a com. parlam. do código civil brasileiro. RJ, 1901.
     - A justiça internacional. RJ, 1902.
     - Taxas protetoras nas tarifas aduaneiras. RJ, 1903.
     - Responsabilidade civil do estado. RJ, 1905.
     - Natureza e forças econômicas do Rio Grande Do Norte. RJ, Rev. dos Tribunais, 1916.
     - Pan-America questions. Sl, diretoria do serviço de estatística, 1913.
     - Sociedade brasileira de direito internacional, RJ, Imp. Nacional/1916.
     - A Sociedade das nações. RJ, Imprensa Nacional, 1920. Câmara trabalho do Dr. Amaro Cavalcanti. Discursos, Ensaios, Conferências RJ. Imprensa Nacional, 1906. 116 P.
     - A vida econômica e financeira do Brasil. RJ, Imprensa Nacional, 1915.
     - Revisão das sentenças dos tribunais estaduais pela Suprema Corte dos Estados Unidos da América. 1910.
     - The Federal Judiciary In Brazil And United States Of America. 1911.
     - La Codification Du Droit Internacional American, 1914.
     - A neutralidade e as restrições do comércio internacional na Guerra Européia. 1916.
Natal/RN - Brasil,