Instituto José Maciel

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II Centenario dos os Martires Republicanos de 1817

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Instituto José Maciel, em Macaíba, homenageia o II Centenário dos os Mártires Republicanos de 1817, Padre Miguelinho e André de Albuquerque Maranhão.

 

Francisco Duarte Filho

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Francisco Duarte Ferreira Filho (Mossoró, 25 de dezembro de 1905 – Brasília, 21 de dezembro de 1973) foi um agropecuarista, médico e político brasileiro que foi senador pelo Rio Grande do Norte.

Formação acadêmica

Filho de Francisco Duarte Ferreira e Maria Vicência Duarte, formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro então Distrito Federal com especialização em Urologia e Cirurgia Geral. Após sua graduação trabalhou para a Rede Ferroviária do Nordeste e a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, prestando serviços ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) e ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI).

Em 1933 disputou uma vaga na Assembléia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição brasileira de 1934 mas não obteve êxito. À época estava filiado ao Partido Popular do Rio Grande do Norte, extinto quando Getúlio Vargas instituiu o Estado Novo em 10 de novembro de 1937. Retornou à política em 1945 quando foi eleito suplente de deputado federal pela UDN não chegando a participar da elaboração da Constituição brasileira de 1946. Embora tenha ingressado no PDC só veio a disputar uma nova eleição em 1966 quando foi eleito senador pela ARENA, falecendo no exercício do mandato.

Períodos Legislativos da Quinta República - 1967-1970

    Francisco Duarte Filho
    Nascimento: 25/12/1905
    Natural de: Mossoró   - RN
    Filiação: Francisco Duarte Ferreira
                 e  Maria Vicencia Duarte
    Falecimento: 21/9/1973


   Histórico Acadêmico

     Primário     Colégio Santa Luzia
     secundário     Colégio Santo Antônio
     Medicina     Faculdade de Medicina

   Cargos Públicos
     Médico de Polícia Estadual    
     Secretário de Saúde e Assistência Social    
     Médico do Iaptec, Iapi e Iapc    
     Secretário de Finanças (interino)    

   Profissões
     Agropecuarista
     Médico

   Mandatos
     Prefeito  -       1935 a 1936
     Senador  -       1967 a 1973

 

Lembrancas abstratas

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Fazia tempo, eu nem lembrava mais. É verdade que a memória, feito gavetão de cômoda de família, ainda guardava alguns traços, uns restos de olhar. Fazia tempo, repito. Afinal as lembranças são como as tardes das fotografias em porta-retratos sobre a mesa da sala. São tardes eternas.

E eu estava ali, mergulhando na cerveja um pouco da minha pobre liberdade de abandonar o regime e gritar, como um louco, abaixo os carboidratos, acima os doces. Poderia ter ficado ainda mais ou ter saído, mas acontece que a cena era absolutamente inesperada. E os acenos, os acenos, os acenos.

Fico olhando os candidatos ao namoro e vejo que o IBGE tem razão: há muito mais mulheres que homens na noite de Natal, que não é feliz, nem natalina. Que as nossas noites são mornas, lá isso eu sei. E posso assegurar, passada a visão e reconstituída a memória, que a noite de Natal não tem visões.

E nas minhas tardes eternas, quando revejo e revisito meus porta-retratos, termino quase sempre na direção do mar. Minha plena certeza de imensidão, minha cena perfeita que nunca apaga, a não ser as janelas fechadas porque adormeceram com o canto dos últimos bêbados, dos bem aventurados bêbados, segundo Dailor.

Fico assim a mexer nas coisas todas que estão nas gavetas. As fotografias, os álbuns, os recortes. Sim, os recortes de jornal. São como marcas, estações. Umas náufragas, como disse o poeta. Outras, as puras e simples estações de sonhos, onde não é proibido desejar nada, quase nada.

Todos nós temos um plano mágico, uma cidade absolutamente mágica. Como os pescadores que ouvem sereias e nunca revelam suas moradas. Como os agricultores que encontram medusas nas florestas e nos bosques, mas sempre retornam como se nada tivesse acontecido, como se a vida andasse a vagar na escuridão.

Daí a minha coleção de sonhos, as minhas pequenas lembranças. Não de muito tempo, que as emoções duram o tempo do gosto, do trago do cigarro, do uísque, do conhaque quente salvando alma dos calafrios das noites. E dos fracassos, frios fracassos que encheram poemas e transbordaram boleros imensos.

Quando venci a noite e cavalguei a madrugada, dei com as emoções numa mesa de restaurante. E lá, a o sabor de conversas entre amigos, fui surpreendido pelo piano de Waldemar Ernesto acompanhando, sem querer e sem saber por que, todas as minhas lembranças. Naquela hora, ainda pensei em distribuir estrelas e embriagar-me de canções.

Por: Vicente Serejo
 

Jessé Pinto Freire

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Jessé Pinto Freire (Macaíba, 19 de novembro de 1918 – Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1980) foi um advogado, empresário e político brasileiro que representou o Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.

Breve Biografia


Filho de Nelson Geraldo Freire e Maria Augusta Botelho Freire. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas e com passagem pelo Centro de Formação dos Oficiais da Reserva, foi presidente do comitê brasileiro da Câmara de Comércio Internacional e também da seção nacional do Conselho Interamericano de Comércio e Produção. No Rio Grande do Norte presidiu o Banco Auxiliar do Comércio e foi Secretário de Fazenda no governo Sílvio Pedrosa. Eleito vereador em Natal em 1950, deputado estadual em 1954 e deputado federal em 1958, 1962 e 1966, esteve ao lado de Aluizio Alves no PSD e o acompanhou no ingresso à ARENA, até que este último teve os direitos políticos cassados em 1969. Mesmo diante de tal revés a amizade entre as famílias superou o bipartidarismo imposto pelo Regime Militar de 1964: eleito senador em 1970, mesmo ano em que os Alves ingressaram no MDB, Freire recebeu-lhes o apoio em 1978 quando foi reeleito, embora os oposicionistas tivessem Radir de Araújo como candidato e este recebeu o apoio dos arenistas liderados por Dinarte Mariz, rival indormido dos Alves. Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, presidente da Confederação Nacional do Comércio (1964-1980) e também dos conselhos nacionais do Serviço Social do Comércio (SESC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Faleceu vítima de problemas cardíacos. Pai de Jessé Freire Filho (já falecido, eleito deputado federal em 1982 e 1986) e Fernando Freire (governador potiguar entre 2002 e 2003), estes deram continuidade ao seu legado político.
 
Períodos Legislativos da Quinta República - 1971-1974

    Jessé Pinto Freire
    Nascimento: 19/11/1918
    Natural de: Macaíba   - RN
    Filiação: Nelson Geraldo Freire
                 e  Maria Augusta Botelho Freire
    Falecimento: 13/10/1980


   Histórico Acadêmico
     Secundário     Atheneu Norte-rio- Grandense
     Direito     Faculdade de Direito de Alagoas

   Cargos Públicos
     Ministro do Tribunal Superior do Trabalho    
     Secretário de Estado de Finanças    

   Profissões
     Empresário
     Advogado

   Mandatos
     Vereador  -       1950 a 1954
     Deputado Estadual  -       1954 a 1958
     Deputado Federal  -       1959 a 1963
     Deputado Federal  -       1963 a 1967
     Deputado Federal  -       1967 a 1971
     Senador  -       1971 a 1978
     Senador  -       1979 a 1980
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